Mato Grosso

Homem é preso pela Polícia Militar com 22 tabletes de maconha em Cuiabá

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Um homem de 24 anos foi preso em flagrante pela Polícia Militar por tráfico de drogas, na noite desta sexta-feira (19.04), no bairro Pedra 90, em Cuiabá. Com o suspeito, a PM apreendeu 22 tabletes de substância análoga à maconha e mais 315 porções de maconha, pasta base e cocaína.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 24º Batalhão estava em patrulhamento e visualizou um homem saindo de uma residência em uma motocicleta e com uma mochila nas costas. Os policiais tentaram realizar abordagem, momento em que o suspeito iniciou fuga pelas ruas do bairro.

Durante o acompanhamento, os policiais viram que o suspeito jogou a mochila e recolheram o material. Ainda durante a perseguição, o criminoso deixou a motocicleta na frente de um estabelecimento e tentou fugir pulando os muros de residências vizinhas, sendo detido pela equipe.

Ao verificar a mochila, a equipe do 24º BPM encontrou diversas porções de drogas, totalizando 201 porções de cocaína, 77 porções de pasta base e 37 porções grandes e pequenas de maconha.

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Ao ser questionado, o suspeito afirmou que a residência em que iniciou a fuga seria o local onde ele escondia e preparava as drogas para serem vendidas. Diante da afirmação do homem, as equipes policiais retornaram ao local e realizaram buscas, onde encontraram os 22 tabletes de maconha, balanças de precisão e materiais para embalar os entorpecentes.

O criminoso recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Central de Flagrantes da Capital, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências necessárias.

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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