Educação

Inscrição para curso de direitos humanos termina hoje (2)

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A Universidade Federal de Goiás (UFG), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), está com inscrições abertas até esta segunda-feira, 2 de março, para o processo seletivo do curso de especialização em Direitos Humanos e Diversidade. Gratuito e na modalidade de educação a distância (EaD), o curso de pós-graduação lato sensu é uma oportunidade para a qualificação de professores e profissionais das redes públicas de ensino de todo o país. Os interessados podem se inscrever pela página EAD Min, da UFG, na qual se encontram todas as informações e o edital de seleção. 

O curso é uma parceria da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi/MEC), com o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e Extensão em Direitos Humanos (NDH/UFG) e conta com apoio do Centro Integrado de Aprendizagem em Rede (CIAR/UFG) no processo de implementação e desenvolvimento do curso. 

O objetivo é capacitar educadores para lidar com os desafios contemporâneos no ambiente escolar e atuar na promoção de uma cultura de respeito, cidadania e inclusão. 

A especialização faz parte de um esforço interinstitucional de implementação das Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos nas redes públicas de educação em todo o país. A ideia central é fortalecer a escola como um espaço de garantia de direitos e formação cidadã, ao oferecer ferramentas teóricas e práticas que capacitem educadores a tratar de temas como diversidade étnico-racial, gênero, meio ambiente e democracia, entre outros, de forma transversal no cotidiano escolar. 

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A formação terá início em abril de 2026 e seguirá até julho de 2027, totalizando uma carga horária de 515 horas. Ao final, os concluintes receberão o título de especialista em Direitos Humanos e Diversidades da UFG. 

Em caso de dúvidas, a universidade disponibiliza para contato o seguinte e-mail: [email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da UFG 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC debate papel do Enem na avaliação da educação básica

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O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) se reuniram com secretários estaduais de educação e equipes técnicas das redes de ensino para discutir estratégias de engajamento no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltadas a estudantes concluintes. O encontro, realizado em Brasília, contou com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e enfocou também o novo papel do exame como parte da avaliação da educação básica brasileira.  

Regulamentado pelo Decreto nº 12.915/2026, o Enem passa a funcionar como um exame único, com três funções estruturantes: certificar a conclusão do ensino médio, organizar o ingresso à educação superior e avaliar a qualidade da educação básica em todo o território nacional, como parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A proposta reforça o caráter integrador do exame e amplia seu uso como instrumento estratégico da política educacional brasileira. 

“A gente sabe que o engajamento do Enem é muito maior que qualquer outra prova de avaliação do ensino médio. A nossa ideia é usar o Enem como a avaliação do Saeb ainda neste ano”, explicou o ministro da Educação, Leonardo Barchini. “Essa mudança no Saeb está em processo de evolução desde a década de 1990 e é algo invejável no mundo inteiro. A avaliação é uma parte muito importante para a construção e o planejamento das políticas educacionais”, completou. 

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Durante a reunião, o Inep apresentou estudos que demonstram a viabilidade da articulação entre o Enem e o Saeb e falou sobre a definição de padrões de desempenho associados às áreas de conhecimento. O objetivo é alinhar o exame às aprendizagens essenciais esperadas ao final da escolarização básica, fortalecendo a coerência entre currículo e avaliação, além de qualificar o uso dos resultados produzidos pelo Enem. 

A experiência prevista para 2026 tem caráter transitório. Os resultados dessa edição não serão utilizados para fins de financiamento da educação básica, notadamente o Fundeb, permanecendo como referência, para esse efeito, os resultados do Saeb de 2025. 

Ao promover o diálogo com as redes estaduais de ensino, o MEC reforça o papel do Enem como instrumento central de avaliação da qualidade da educação básica, além de fortalecer a articulação federativa necessária à implementação das mudanças previstas no novo marco normativo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

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