Tribunal de Justiça de MT

Jovens Demolays conhecem o Tribunal de Justiça

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Na sexta-feira (07), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso recebeu aproximadamente 50 jovens da Ordem DeMolay, em uma visita que vai além do protocolo institucional. Para muitos dos rapazes, entre 12 e 21 anos, foi a primeira oportunidade de conhecer de perto o funcionamento do Poder Judiciário estadual e de encontrar um exemplo vivo de que os caminhos trilhados na juventude podem levar longe.

A atividade integra o programa “Dia do Meu Governo”, um dos requisitos anuais da Ordem DeMolay, reconhecida pela ONU como a maior organização de juventude do mundo. “O jovem vai numa estrutura do poder público para aprender um pouco sobre a história e o funcionamento dessas instituições”, explicou Júlio César Moreira Silva Júnior, membro do Conselho Consultivo do Capítulo Marechal Rondon e professor de Direito.

Embora tenha sido realizada nos mesmos moldes do programa “Nosso Judiciário”, a visita não se enquadrou oficialmente no projeto por não envolver acadêmicos de Direito. Participaram membros dos 11 capítulos existentes em Cuiabá e Várzea Grande.

Um encontro que inspira

Para Jonas José, de 20 anos, mestre conselheiro do Capítulo XVIII de Março, a experiência superou expectativas. “A princípio eu tinha a visão de que o Tribunal de Justiça era um local um pouco mais fechado, que não tinha essa liberdade para pessoas de fora, e fui muito bem recebido”, contou. Estudante de Ciências Contábeis, Jonas revelou que a visita fortaleceu sua pretensão de trabalhar com Direito Tributário. “Tendo a oportunidade de estar aqui hoje, com certeza me inspirou muito mais”.

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Gabriel Collareda, de 19 anos e mestre conselheiro do Capítulo Cuiabá nº 103, também estava em sua primeira visita ao TJMT. “A gente teve muito conhecimento a respeito dos poderes. Ter a oportunidade de conhecer a segunda instância do Poder Judiciário é incrível”, afirmou. Para ele, que já trabalha na área judiciária, a experiência trouxe “uma nova perspectiva” sobre a instituição.

Ponte entre gerações

O momento mais simbólico da visita aconteceu no encontro com o desembargador Lídio Modesto, que recebeu os jovens com especial entusiasmo. “É uma satisfação gigante estar aqui recebendo vocês. Também fiz parte da Ordem DeMolay, então para mim é uma honra ter a possibilidade de, hoje, estando aqui no Tribunal de Justiça como desembargador, receber meus irmãos”, declarou.

Magistrado há 26 anos, Lídio Modesto é membro fundador do Capítulo Marechal Rondon e integra a Loja Maçônica Filhos de Salomão nº 1. Sua trajetória começou ainda jovem, quando ingressou na organização aos 17 anos, passando por DeMolay, Sênior DeMolay e, posteriormente, pela Maçonaria, da qual é grau 33 desde 2018.

“Eu acredito fielmente que a Ordem DeMolay é uma instituição formadora de homens, de pessoas sérias, comprometidas com a ética, com a família, com o país”, afirmou o desembargador, destacando os valores de patriotismo, especialmente significativos no mês de novembro. “É muito importante ter esse sentimento de respeito às instituições da pátria e dos valores que o homem de bem deve se pautar”.

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O desembargador Lídio foi além e enfatizou que as oportunidades no Judiciário não se limitam à área jurídica. “O Tribunal de Justiça é uma instituição muito ampla. Nós temos pessoas da área de tecnologia da informação, que a passos largos vem ocupando seu espaço, pessoas da área da engenharia também”, destacou, mencionando as 60 comarcas do estado e os diversos prédios descentralizados.

Aos jovens presentes, deixou um recado: “Não desistam dos seus sonhos. Não é impossível, todos vocês têm a oportunidade. Se por acaso entenderem que essa casa pode servir no futuro, continuem estudando sempre, porque somente por meio do estudo e do sonho você consegue alcançá-lo”.

Ao final do encontro, o desembargador recebeu, como homenagem dos jovens, o pin comemorativo dos 35 anos do Capítulo Marechal Rondon nº 106 da Ordem DeMolay.

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Autor: Roberta Penha

Fotografo: Élcio Evangelista

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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