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Luiz Marinho é agraciado com a Ordem do Mérito da DPU por sua atuação em favor da justiça social

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu nesta terça-feira (22) a medalha da Ordem do Mérito da Defensoria Pública da União (DPU). Ao lado de outras autoridades, o ministro foi agraciado com o Gran Colar, em reconhecimento à atuação do Ministério do Trabalho e Emprego no fortalecimento da assistência jurídica destinada a pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Sob a liderança de Luiz Marinho, o Ministério reafirma sua vocação de proteger o trabalhador e promover justiça social. Sua gestão reduz desigualdades e amplia oportunidades, com destaque para políticas voltadas à juventude e à dignidade laboral”, destacou a homenagem da DPU.

Durante o evento, o ministro agradeceu a condecoração e desejou vida longa à Defensoria Pública da União, destacando que a instituição deve estar “cada vez mais forte, representativa e presente em todo o país”. Segundo Luiz Marinho, “quanto mais unidades estiverem espalhadas pelos rincões do Brasil, melhor será para o nosso povo, especialmente para aqueles em situação de maior vulnerabilidade. A DPU tem sido uma grande parceira do MTE nas ações de combate ao trabalho análogo à escravidão e ao trabalho precário, contribuindo significativamente para o fortalecimento da justiça social que tanto buscamos”.

Em seu discurso, o defensor público-geral federal, Leonardo Cardoso de Magalhães, destacou que a cerimônia da Ordem do Mérito simboliza gratidão e reconhecimento às parcerias que fortalecem a instituição, que completa 30 anos em 2025. Segundo ele, a maturidade institucional está em saber agradecer tanto quanto reivindicar, reconhecendo que nenhuma conquista é solitária, mas fruto da cooperação e do diálogo entre as instituições. Magalhães reforçou que a DPU atua não para si mesma, mas em benefício do povo brasileiro, e que solidariedade, democracia e gratidão são pilares que humanizam o serviço público e sustentam a justiça social.

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, destacou que a Ordem do Mérito da DPU é um reconhecimento institucional destinado a valorizar pessoas e entidades que contribuíram para o fortalecimento da Defensoria, a promoção dos direitos humanos e o acesso à justiça, especialmente para a população em situação de vulnerabilidade. Ele ressaltou que a comenda, instituída em 2023, simboliza gratidão, prestígio e compromisso com a justiça social, a cidadania e o Estado Democrático de Direito, fortalecendo a cooperação entre instituições públicas e a sociedade.

Para o ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, a Constituição de 1988 não estabeleceu apenas um Estado Democrático de Direito, mas também um Estado Social de Direito, que assegura direitos por meio de serviços públicos efetivos. Ele destacou o papel fundamental da Defensoria Pública da União na concretização desses direitos, especialmente para a população mais vulnerável. Messias ressaltou a cooperação entre a AGU e a DPU em temas estratégicos, como o fornecimento de medicamentos de alto custo e a criação da Plataforma Pacífica — uma iniciativa conjunta que tem garantido benefícios de forma ágil e consensual, como no caso do salário-maternidade rural. O ministro elogiou a liderança do defensor público-geral federal, Leonardo Magalhães, e afirmou que a parceria entre as instituições fortalece a entrega de direitos e a efetivação da Constituição Cidadã.

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Também foram condecorados com a Ordem do Mérito da Defensoria Pública da União: o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski; o ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias; a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin; o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho; a procuradora-geral federal, Adriana Venturini; o ministro da Defesa, José Múcio; o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa; o senador Randolfe Rodrigues; e os deputados federais Gilberto Abramo, Murilo Galdino, Stélio Dener, Dagoberto Nogueira, Antônia Lúcia e Danilo Forte.

Confira a íntegra da solenidade de entrega aqui.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Eólica offshore: publicada metodologia de seleção de áreas ofertadas no país

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Está disponível no site do Ministério de Minas e Energia (MME) o procedimento padronizado para selecionar possíveis áreas para desenvolvimento de projetos de geração de energia eólica no mar (eólica offshore). A proposta está alinhada à Lei nº 15.097/2025, à Resolução CNPE nº 1/2026, e aos demais instrumentos normativos que orientam o planejamento do uso do espaço marinho do país.

A metodologia, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), orienta a execução de um processo estruturado composto por três etapas. A primeira tem objetivo de identificar as regiões Potenciais (Etapa I), em que são aplicadas exclusões legais e tecnológicas para mapear regiões iniciais com menor conflito e maior viabilidade.

Em seguida, ocorre a Definição de Áreas de Interesse (Etapa II), que refina essas regiões considerando sensibilidades socioambientais e compatibilidade com outros usos e atividades do espaço marítimo. Por fim, a Priorização de Áreas (Etapa III) na qual é aplicada uma análise multicritério, incluindo critérios técnicos, econômicos, logísticos e socioambientais, para classificar e hierarquizar as áreas.

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A metodologia não define previamente quais regiões serão ofertadas, pois essa decisão permanece sob responsabilidade do poder concedente, que deverá considerar as políticas públicas vigentes, os objetivos de cada rodada de oferta e o contexto de desenvolvimento do setor.

A proposta incorpora na análise critérios legais, energéticos, econômicos, ambientais e sociais, com o objetivo de subsidiar a identificação de áreas adequadas à implantação de empreendimentos eólicos offshore, conciliando essa atividade com os demais usos do ambiente marinho. A construção do documento foi baseada na análise da regulamentação nacional, da experiência brasileira em planejamento espacial e das práticas adotadas por países com diferentes níveis de desenvolvimento desse segmento.

Mais sobre a Metodologia:

Resultado de um processo participativo, o documento incorpora contribuições de instituições governamentais integrantes do Grupo de Trabalho de Eólicas Offshore, instituído pela Resolução CNPE nº 18/2025 e da sociedade, apresentadas no âmbito da Consulta Pública nº 191/2025.

Entre as diretrizes previstas estão a flexibilidade para atualização dos critérios, acompanhando a evolução do mercado e a ampliação da base de informações disponíveis, além da previsão de mecanismos de participação institucional e social ao longo do processo de seleção.

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O documento também indica que a definição futura dos setores a serem ofertados deve considerar a coordenação com os processos de planejamento da infraestrutura necessária ao desenvolvimento dos projetos, incluindo instalações portuárias, sistemas de transmissão e demais estruturas de apoio, de forma articulada entre o governo e o setor produtivo.

Acesse aqui o documento na íntegra.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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