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Marina Silva é homenageada por contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

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A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, foi homenageada por sua contribuição para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), em cerimônia realizada na última quinta-feira (19/3), na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, da Universidade de São Paulo. 

A honraria reconhece mulheres que impulsionaram as metas globais estabelecidas pela ONU. Na ocasião, o prêmio foi recebido pelo diretor do Departamento de Meio Ambiente Urbano da Secretaria de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Maurício Guerra, representando a ministra. 

O reconhecimento destaca a atuação de Marina Silva na promoção da agenda ambiental e, em especial, no fortalecimento de políticas públicas voltadas à arborização urbana, em alinhamento às 17 metas globais definidas pela Assembleia Geral e pelo Conselho Econômico e Social da ONU. 

A homenagem integrou o evento “Mulheres na Construção do Brasil: Democracia, Justiça Socioambiental e Resiliência Climática”, realizado em alusão ao Dia Internacional das Mulheres, celebrado em 8 de março.  

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Durante o evento, Maurício Guerra apresentou o Plano Nacional de Arborização Urbana (PlaNAU), iniciativa do MMA que busca ampliar a cobertura vegetal e o acesso à arborização nas cidades brasileiras, como estratégia de enfrentamento à mudança do clima e de promoção da justiça climática. 

Entre as principais metas do plano está a ampliação de 45,5% para 65% do número de moradores que vivem em áreas com ao menos três árvores no entorno de suas residências. A proposta também prevê a expansão de 360 mil hectares de cobertura vegetal em áreas urbanas e a garantia de que 100% dos estados e municípios contem com instrumentos de planejamento voltados à arborização urbana até 2045. 

As ações do PlaNAU estão alinhadas aos ODS da Agenda 2030 da ONU, reforçando o compromisso do Brasil com a construção de cidades mais sustentáveis, resilientes e inclusivas. 

Na oportunidade, também foi apresentada a Coletânea Brasileira de Arborização Urbana, composta por cinco volumes e elaborada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura. A publicação reúne diretrizes técnicas e orientações para a ampliação e gestão de áreas verdes nas cinco regiões do país e integra as ações previstas no Plano Nacional de Arborização Urbana. 

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Elaborada no âmbito do Programa Cidades Verdes e Resilientes, em parceria com a Universidade Federal de Alagoas, a coletânea é organizada por Fernando Periotto, Maurício Lamano e Alessandro Zabotto, reunindo 379 autores, dos quais 195 são mulheres (51,45%), representantes de cerca de 90 instituições. 

As autoras da Coletânea Brasileira de Arborização Urbana também foram homenageadas durante o evento. 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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(61) 2028-1227/1051

Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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