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Marinho assina nesta sexta-feira (15) adesão do município Presidente Prudente (SP) à Escola do Trabalhador 4.0

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, assina nesta sexta-feira (15), em Presidente Prudente (SP), termo de adesão do município paulista à Escola do Trabalhador 4.0, numa parceria com o Inova e o governo local. O evento inicia às 10h.

Antes, às 8h30, conversa com servidores da Gerência Regional do Trabalho, na Rua Siqueira Campos, e após a solenidade, concede entrevista à imprensa local.

À tarde, conversa com sindicalistas e representantes de movimentos sociais no Anfiteatro 1 da Unesp e estudantes do Instituto Federal de Presidente Prudente no Parque Imperial.

Escola do Trabalhador 4.0

No evento a prefeitura de Presidente Prudente formaliza adesão ao programa Escola do Trabalhador 4.0, uma iniciativa do MTE e a Microsoft que está disponibilizando milhões de vagas de qualificação profissional em todo o país em tecnologias digitais, com o objetivo de preparar trabalhadores para o mercado de trabalho. São diversos cursos em diferentes trilhas de conhecimento, desde o conhecimento básico até mais avançados, como inteligência artificial e desenvolvimento de softwares.

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Durante o evento haverá detalhamento sobre os cursos disponíveis, como se inscrever e o suporte a ser oferecido aos alunos que se matricularem.

Serviço

Lançamento da Escola do Trabalhador em Presidente Prudente (SP)

Data: 15 de abril (sexta-feira)

8h30 – Conversa com servidores da Gerência Regional do Trabalho

Local: Rua Siqueira Campos

10h – Assinatura termo de adesão à Escola do Trabalhador 4.0

Local: Complexo Inova, Rodovia Comendador Alberto Bonfiglioli, 2.700, no Jardim Itaipu.

11h – Coletiva de imprensa

15h30 – conversa com sindicalistas e representantes de movimentos sociais no Anfiteatro 1 da Unesp e em seguida com estudantes do Instituto Federal de Presidente Prudente no Parque Imperial.

Local: Unesp, Rua Roberto Simonsen, 305 e Parque Imperial (Rua José Ângelo dos Santos, 211)

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Eólica offshore: publicada metodologia de seleção de áreas ofertadas no país

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Está disponível no site do Ministério de Minas e Energia (MME) o procedimento padronizado para selecionar possíveis áreas para desenvolvimento de projetos de geração de energia eólica no mar (eólica offshore). A proposta está alinhada à Lei nº 15.097/2025, à Resolução CNPE nº 1/2026, e aos demais instrumentos normativos que orientam o planejamento do uso do espaço marinho do país.

A metodologia, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), orienta a execução de um processo estruturado composto por três etapas. A primeira tem objetivo de identificar as regiões Potenciais (Etapa I), em que são aplicadas exclusões legais e tecnológicas para mapear regiões iniciais com menor conflito e maior viabilidade.

Em seguida, ocorre a Definição de Áreas de Interesse (Etapa II), que refina essas regiões considerando sensibilidades socioambientais e compatibilidade com outros usos e atividades do espaço marítimo. Por fim, a Priorização de Áreas (Etapa III) na qual é aplicada uma análise multicritério, incluindo critérios técnicos, econômicos, logísticos e socioambientais, para classificar e hierarquizar as áreas.

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A metodologia não define previamente quais regiões serão ofertadas, pois essa decisão permanece sob responsabilidade do poder concedente, que deverá considerar as políticas públicas vigentes, os objetivos de cada rodada de oferta e o contexto de desenvolvimento do setor.

A proposta incorpora na análise critérios legais, energéticos, econômicos, ambientais e sociais, com o objetivo de subsidiar a identificação de áreas adequadas à implantação de empreendimentos eólicos offshore, conciliando essa atividade com os demais usos do ambiente marinho. A construção do documento foi baseada na análise da regulamentação nacional, da experiência brasileira em planejamento espacial e das práticas adotadas por países com diferentes níveis de desenvolvimento desse segmento.

Mais sobre a Metodologia:

Resultado de um processo participativo, o documento incorpora contribuições de instituições governamentais integrantes do Grupo de Trabalho de Eólicas Offshore, instituído pela Resolução CNPE nº 18/2025 e da sociedade, apresentadas no âmbito da Consulta Pública nº 191/2025.

Entre as diretrizes previstas estão a flexibilidade para atualização dos critérios, acompanhando a evolução do mercado e a ampliação da base de informações disponíveis, além da previsão de mecanismos de participação institucional e social ao longo do processo de seleção.

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O documento também indica que a definição futura dos setores a serem ofertados deve considerar a coordenação com os processos de planejamento da infraestrutura necessária ao desenvolvimento dos projetos, incluindo instalações portuárias, sistemas de transmissão e demais estruturas de apoio, de forma articulada entre o governo e o setor produtivo.

Acesse aqui o documento na íntegra.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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