Educação

MEC autoriza construção de cinco campi do IFPR

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O Ministério da Educação (MEC) autorizou, nesta terça-feira, 20 de janeiro, o início da execução das obras de construção de novos campi do Instituto Federal do Paraná (IFPR). O ministro da Educação, Camilo Santana, e o reitor do IFPR, Adriano Willian da Silva Viana Pereira, assinaram os termos de início de execução das obras durante cerimônia de entrega da Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB), em Curitiba. 

Ao todo, estão sendo investidos R$ 125 milhões, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), para a construção e a aquisição de equipamentos e mobiliário das unidades de Maringá, Araucária, Cianorte, Cambé e Toledo, no Paraná. As iniciativas integram a estratégia do Governo do Brasil de criar mais de 100 novos institutos federais pelo país. Os novos campi atenderão regiões que ainda não possuem unidades do IFPR ou que apresentam baixo número de matrículas em cursos técnicos de nível médio em relação à população local. A expansão busca ampliar oportunidades de formação profissional e tecnológica, contribuindo para o desenvolvimento regional e a inclusão educacional no estado. 

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“Cerca de 90% da pesquisa, da tecnologia e da inovação do Brasil vêm de instituições públicas como os institutos federais. E isso em todas as áreas: de engenharia, em saúde, na área de segurança… Tudo isso é produção de conhecimento, que será ampliada com esses novos campi”, afirmou o ministro Camilo Santana. 

Ainda pelo Novo PAC, o MEC está investindo outros R$ 37,3 milhões para a melhoria e a ampliação da infraestrutura dos campi existentes. De 2023 a 2025, já foram repassados R$ 28,9 milhões para construção de 12 restaurantes estudantis, novas salas de aula e laboratórios, sede própria de campus, entre outras ações de consolidação. 

“Nossa palavra hoje é gratidão, muita gratidão. É a primeira vez que um ministro da Educação visita o IFPR e reconhece a importância dessa instituição, que agora terá 32 unidades, mas já transforma a vida de mais de 30 mil estudantes, que tem mais de 50 cursos técnicos, mais de 50 cursos de graduação e 6 cursos de mestrados profissionais, e que se propõe a dialogar com os territórios onde está instalada”, comemorou o reitor do IFPR, Adriano Willian da Silva Viana Pereira. Atualmente, o IFPR conta com 26 campi em funcionamento. 

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Agenda – A agenda em Curitiba também incluiu a entrega para professores do estado de 2 mil unidades da CNDB e de 66 vouchers de R$ 3 mil do Reconhecimento Mais Professores para compra de computadores e tablets. 

Na manhã desta terça-feira (20), a comitiva do MEC visitou a obra de implantação do campus Arandu, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu. Na sequência, já em Curitiba, o ministro visitou o Núcleo de Escoamento Multifásico (Nuem) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) – Sede Ecoville. No fim da tarde, Santana realizou uma visita ao Campus Curitiba do IFPR. 

Resumo | Mais educação para o Paraná 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC abre adesão ao Sisu+ para instituições públicas

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O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta quarta-feira, 29 de abril, o Edital nº 29/2026 que estabelece o cronograma e os procedimentos para adesão das instituições públicas de educação superior ao Sisu+ 2026, etapa complementar inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A iniciativa tem como objetivo ampliar a ocupação de vagas eventualmente disponíveis após a etapa regular do processo seletivo. 

Podem aderir ao Sisu+, exclusivamente, as instituições públicas e gratuitas de educação superior que participaram da etapa regular do Sisu 2026. A formalização ocorre por meio da assinatura eletrônica de termo aditivo ao termo de adesão da etapa regular, via sistema Sisu Gestão. 

Etapa complementar – O Sisu+ não é um novo processo seletivo, mas uma extensão da etapa regular do Sisu 2026. A iniciativa é realizada após o encerramento de convocações da lista de espera e a conclusão de eventuais processos seletivos próprios das instituições. 

As vagas ofertadas pelas instituições nessa etapa devem estar formalmente classificadas como disponíveis, seja por desistência, não confirmação de matrícula ou encerramento de todos os prazos previstos. 

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Para os candidatos, o Sisu+ também amplia as possibilidades de escolha no âmbito do mesmo processo seletivo. Contudo, poderão participar da etapa complementar apenas os candidatos que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026. 

Nessa nova etapa, será permitido atualizar informações socioeconômicas, alterar modalidades de concorrência e escolher até duas opções de curso, independentemente das opções indicadas durante a etapa regular realizada em janeiro. 

Por integrar o mesmo processo seletivo do Sisu 2026, o Sisu+ observará as mesmas regras gerais de elegibilidade aplicáveis aos candidatos. O sistema de inscrição do Sisu realizará automaticamente a seleção das edições do Enem que atendam simultaneamente a tais exigências, desconsiderando aquelas em que o candidato tenha participado como “treineiro” e/ou tenha obtido nota zero na prova de redação. 

Algumas instituições de educação superior podem estabelecer notas mínimas para determinadas áreas do conhecimento do Enem em seus cursos. Se a nota do candidato não atender a esses critérios, o sistema exibirá uma mensagem indicando não ser possível concorrer às vagas naqueles determinados cursos. 

Cronograma – De acordo com o edital do Sisu+, o período de adesão das instituições ocorrerá de 4 a 29 de maio. As inscrições dos candidatos e a divulgação dos resultados ocorrerão em etapa posterior, a ser detalhada em edital específico. 

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Otimização de vagas – A criação do Sisu+ destaca a estratégia do MEC de aprimorar o modelo do Sisu, ampliando oportunidades de acesso à educação superior e garantindo maior eficiência na ocupação das vagas ofertadas pelas instituições públicas. 

Com o modelo anual do Sisu, a etapa complementar passa a atuar de forma residual, voltada ao preenchimento das vagas eventualmente disponíveis após a etapa regular do processo seletivo, com o objetivo de ampliar as oportunidades de ingresso na educação superior pública. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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