Educação

MEC lança material didático para educação popular

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O Ministério da Educação (MEC) promoveu nesta quinta-feira, 28 de agosto, webinário para apresentar a coleção de Cadernos Didáticos Trilhas para Alfabetização e refletir sobre o seu uso pedagógico na educação popular. A coleção já está disponível em formato digital na página de documentos do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA)

O evento, uma parceria entre a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), foi transmitido pelo canal do MEC no YouTube e pelo Conviva Educação. 

“O nosso grande desafio, como educadores da educação de jovens e adultos que somos, é que o trabalho que fazemos seja específico de EJA, pois não é incomum que pessoas tragam materiais do ensino fundamental e tentem implementar na EJA, sem que estejam veiculados àquela modalidade”, exemplificou Ana Lucia Sanches, diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos do MEC. 

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Na visão de Paulo Roberto Souza Silva, coordenador-geral de Alfabetização de Jovens e Adultos do MEC, a coleção de livros apresentada na conferência é uma ferramenta “que irá contribuir com o trabalho do alfabetizador e da alfabetizadora que estão lá no chão da escola, servindo também como uma mediação entre a aprendizagem da leitura e da escrita com as realidades dos jovens, adultos e idosos que estão em processo de alfabetização”. 

As professoras Jarina Fernandes (Universidade Federal de São Carlos) e Marinaide Ferri (Universidade Federal de Alagoas), coautoras da coleção, descreveram os livros como um material de apoio didático-pedagógico composto por seis trilhas, em 18 cadernos do educando e mais um caderno de orientações ao professor. O MEC autoriza a reprodução e a impressão do material. 

Pacto EJA – Instituído pelo Decreto nº 12.048/2024, o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA) é uma política pública construída de forma colaborativa pelo MEC com a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios. Os objetivos são superar o analfabetismo; elevar a escolaridade; ampliar a oferta de matrículas da educação de jovens e adultos (EJA) nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade; e aumentar a oferta da EJA integrada à educação profissional.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Observatório da Educação Especial Inclusiva recebe propostas

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Começa nesta segunda-feira, 24 de agosto, o período para que instituições de educação superior públicas enviem propostas para a composição do Observatório da Educação Especial Inclusiva (Obeduc-EI). Realizada em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a iniciativa busca criar um observatório dedicado à Política Nacional de Educação Especial e Inclusiva (PNEEI), a fim de produzir indicadores para o monitoramento e o aperfeiçoamento da política. O período para submissão de propostas vai até 5 de outubro, exclusivamente por meio do sistema de inscrições da Capes. A previsão é que o resultado final seja divulgado em 12 de novembro. 

A submissão não é individual: as instituições de ensino precisam estar articuladas em rede para apresentar uma proposta. As redes devem ser compostas por, no mínimo, cinco e, no máximo, dez instituições, sendo obrigatoriamente pelo menos uma de cada região do país. O observatório deverá ter uma constituição multidisciplinar, reunindo profissionais da área, mas também de outros campos do conhecimento capazes de atuar na elaboração, no tratamento, na sistematização e na análise de indicadores sociais, bem como no monitoramento e na avaliação de políticas públicas relacionadas ao tema. 

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Para garantir o funcionamento da iniciativa, serão repassadas bolsas diretamente aos beneficiários. Os valores e as modalidades das bolsas podem ser consultados no edital. Informações sobre a submissão de propostas e o cronograma poderão ser obtidas pelo e-mail [email protected]

Critérios – Redes formadas por instituições de ensino superior públicas interessadas deverão submeter sua proposta por meio de um coordenador-geral que atenda aos seguintes requisitos: 

  • Ser docente com título de doutor em efetivo exercício no magistério superior, integrante do quadro permanente de pessoal da instituição coordenadora; 
  • Estar credenciado como membro permanente em programa de pós-graduação stricto sensu em educação ou em ensino da instituição coordenadora, recomendado pela Capes; 
  • Possuir produção acadêmica e experiência comprovada em pesquisa na área de educação especial inclusiva; 
  • Ter disponibilidade para ser o responsável pela coordenação da rede durante toda a vigência do projeto; 
  • Não estar inadimplente junto à Capes ou à Administração Pública Federal, com registro no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) ou no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

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Fonte: Ministério da Educação

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