Educação

MEC realiza encontro com universidades parceiras do Pro-LEEI

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O Ministério da Educação (MEC) realizou, entre 1º e 3 de setembro, um encontro com universidades parceiras do Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI), que integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A iniciativa teve como objetivo ampliar a formação continuada dos profissionais da educação infantil, promovendo práticas pedagógicas voltadas para o desenvolvimento da leitura, da escrita e da linguagem oral das crianças da pré-escola — de 4 e 5 anos. 

O evento reuniu representantes de universidades, gestores e especialistas da área para debater experiências e atualizar estratégias de letramento, oferecendo um espaço de reflexão sobre metodologias que respeitem as especificidades de cada faixa etária e fortaleçam a rede de profissionais dessa etapa da educação. 

Na abertura, transmitida pelo canal do MEC no YouTube, representando a pasta, participaram o secretário substituto de Educação Básica, Valdoir Pedro Wathier; o coordenador-geral de Alfabetização, João Paulo Mendes; a diretora de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação, Rita Esther Luna; além da secretária de Estado de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá. 

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Segundo Rita Esther, “Nosso compromisso é levar uma oferta de formação continuada que faça sentido para todos os territórios do Brasil. Essa política olha para mais de 200 mil professores, por isso, é preciso ter o cuidado de implementar uma política dessa dimensão de forma colaborativa”. 

Pro-LEEI – O Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil está estruturado em três eixos: gestão e governança; formação de profissionais da educação; e reconhecimento e disseminação de práticas pedagógicas significativas para as crianças da pré-escola. O objetivo é implementar ações de formação continuada focadas na ampliação e consolidação dos saberes dos profissionais da educação infantil. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Carteira Nacional Docente do Brasil: saiba como emitir o documento

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Professores das redes pública e privada de ensino de todo o país que ainda não emitiram a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) podem solicitar gratuitamente o documento digital, que visa reconhecer oficialmente os profissionais do magistério e ampliar o acesso às políticas de valorização da carreira docente. Desde outubro de 2025, quando a emissão foi disponibilizada, já foram expedidas 860 mil carteiras.  

Com validade de dez anos em todo o território nacional, a CNDB integra o programa Mais Professores para o Brasil e reúne, em um único documento, a identificação profissional do docente e o acesso a benefícios exclusivos oferecidos pelo programa e por instituições parceiras, como descontos em atividades culturais e educacionais. 

Podem solicitar a CNDB professores em exercício com vínculo ativo em instituições de ensino reconhecidas, públicas ou privadas, da educação infantil ao ensino superior. Para emitir a carteira, é necessário possuir CPF regular junto à Receita Federal e cadastro ativo no e-Social realizado pela instituição empregadora. 

O documento funciona como identificação oficial, conferindo mais praticidade e segurança aos profissionais da educação. 

Como emitir a CNDB: 

A emissão é simples, gratuita e realizada de forma totalmente digital.  

  • O professor deve acessar a plataforma oficial do programa Mais Professores, utilizando uma conta Gov.br
  • Após o login, o sistema verifica automaticamente os critérios de elegibilidade, além de apresentar os dados cadastrais e o vínculo com a instituição de ensino. 
  • Em seguida, basta conferir as informações, preencher os dados de contato, tirar uma fotografia na própria plataforma e concluir a solicitação.    
  • Depois da validação, a versão digital da carteira fica disponível para acesso. 
  • Após a emissão da versão digital da CNDB, os solicitantes receberão a versão física em até 90 dias. 
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Caso seja identificada alguma divergência nas informações profissionais, o docente deverá solicitar a atualização dos dados junto à instituição de ensino onde mantém vínculo antes de concluir o processo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE) 

Fonte: Ministério da Educação

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