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Mercado de defensivos agrícolas: tendências globais e riscos para o Brasil

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O mercado de defensivos agrícolas no Brasil segue sob forte monitoramento, com influência direta de tendências e movimentações globais. De acordo com o analista de inteligência de mercado Jeferson Souza, a atualização semanal de dados é essencial para traduzir esses sinais internacionais em estratégias eficazes para o setor brasileiro.

Dinâmica distinta entre insumos

Cada insumo agrícola apresenta um comportamento próprio diante das mudanças mundiais. Enquanto o mercado de fertilizantes reage de forma mais rápida às variações globais, o de defensivos apresenta respostas mais lentas e específicas no contexto doméstico. Essa diferença exige um acompanhamento detalhado por parte de produtores e consultorias para evitar riscos e aproveitar oportunidades.

China mantém papel central no fornecimento

Os dados referentes ao primeiro semestre de 2025 reforçam a relevância da China como principal fornecedora de princípios ativos para o Brasil. Essa dependência internacional pode impactar a oferta e os preços internos, evidenciando a importância do planejamento estratégico e do monitoramento constante do mercado.

Planejamento para as próximas safras

Durante evento em Brasília, Souza se reuniu com mais de 150 produtores rurais de diversas regiões do país para debater pontos críticos da temporada 2025/26. Ele também apresentou projeções para 2026/27, ressaltando que a consultoria acompanha de perto as movimentações internacionais para orientar decisões futuras e minimizar riscos no agronegócio.

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Atenção contínua ao mercado

Em publicação no LinkedIn, o analista reforçou que o cenário de defensivos é atualizado semanalmente para clientes, com foco em adaptar tendências globais à realidade brasileira. “Cada produto possui a sua dinâmica. Nos fertilizantes, temos uma tendência muito mais responsiva; no defensivo, a resposta no mercado doméstico é diferente”, explicou.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

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Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.

Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.

Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.

Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.

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Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.

Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.

A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.

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Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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