Nacional

Ministério dos Transportes autoriza serviços e aviso de licitação para obras estratégicas nas BRs-319 e 174 no Amazonas

Publicado

Um passo histórico para a infraestrutura da região Norte foi dado nesta terça-feira (31), em Brasília. O Ministério dos Transportes e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) autorizaram o início de obras estruturantes na BR-319/AM e de serviços de melhorias na BR-174/AM. As ações visam a modernização e conservação das rodovias com investimentos que somam mais de R$ 1 bilhão, por meio do Novo PAC.

As obras incluem a construção de uma ponte sobre o rio Igapó-Açu, na BR-319/AM, e a manutenção em dois lotes da BR-174/AM. Houve ainda o anúncio da publicação do aviso de licitação para o melhoramento e pavimentação do trecho do meio da BR-319, considerado estratégico para a ligação terrestre do Amazonas com o restante do país.

“Nós vamos iniciar a pavimentação de um trecho muito importante da BR-319. É um trecho desafiador da rodovia e conseguimos garantir não só a manutenção, mas também o melhoramento e a pavimentação. Isso vai tirar as pessoas do Amazonas da lama no inverno e da poeira no verão, além de reduzir o isolamento”, afirmou Renan Filho. 

Estiveram presentes na cerimônia o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, o subsecretário de Sustentabilidade do Ministério, Cloves Benevides, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Fabricio Galvão, os senadores Eduardo Braga (MDB-AM) e o Omar Aziz (PSD-AM), além dos deputados federais Saullo Vianna (MDB-AM), Adail Filho (Republicanos-AM), Sidney Leite (PSD-AM) e Átila Lins (PSD-AM).

Leia mais:  Força-tarefa no Pará assegura acolhimento a indígenas venezuelanos Warao

BR-174

Na BR-174/AM, foram autorizados serviços de manutenção em dois lotes que somam 255,7 quilômetros, entre Manaus e a divisa com Roraima. Os investimentos ultrapassam R$ 366,2 milhões e incluem ações de conservação e recuperação da rodovia.

BR-319

A construção da ponte sobre o rio Igapó-Açu é no km 260,7. Com 320 metros de extensão e investimento de R$ 44,1 milhões, a estrutura substituirá a travessia por balsa, o que ampliará a segurança e a fluidez do tráfego. 

Já o chamado “trecho do meio” compreende 339,4 quilômetros entre o km 250,7 e o km 590,1, no segmento entre o Igarapé Atií e o distrito de Realidade, em Humaitá, no sul do Amazonas. Para esse trecho, será lançado edital de licitação com investimento estimado em R$ 678 milhões, com publicação prevista para o mês de abril.

O avanço das obras foi possível a partir de alterações na legislação e de um novo entendimento jurídico da Advocacia-Geral da União (AGU), que passou a diferenciar obras de implantação de novas rodovias daquelas voltadas à recuperação de estradas já existentes. 

Leia mais:  Boas práticas na negociação coletiva revelam avanços e apontam novos caminhos para o diálogo social

Com isso, intervenções na BR-319 passaram a ser enquadradas como melhoramentos. Isso possibilitou maior agilidade nos processos e  a recuperação de trechos já implantados.

“A mudança de entendimento permitiu enquadrar essas intervenções como melhoramentos. O DNIT estruturou soluções com base em estudos técnicos, garantindo trafegabilidade, segurança e controle ambiental ao longo da BR-319”, explicou o  subsecretário de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes, Cloves Benevides.

De acordo com o diretor-geral do DNIT, Fabrício Galvão, a estratégia adotada permitirá o início das obras ainda no próximo período de estiagem, com frentes de trabalho simultâneas ao longo da rodovia.

“Serão três licitações cobrindo todo o trecho não pavimentado. A ideia é iniciar rapidamente, com mobilizações independentes, aproveitando o verão amazônico e avançando o máximo possível”, disse.

Galvão destacou que as intervenções envolvem toda a estrutura da rodovia. “Estamos falando de drenagem, elevação da via, base e revestimento. Em muitos pontos, é praticamente um novo serviço, adequado às condições atuais da região”, destacou. 

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

No 1° de maio no ABC Luiz Marinho fala das conquistas da classe trabalhadora

Publicado

No primeiro de maio o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, celebrou a data com trabalhadores no ato das centrais sindicais em comemoração ao Dia do Trabalho, em São Bernardo do Campo (SP). Ele lembrou aos presentes ao evento as conquistas da classe trabalhadora, em especial as propostas pelo governo, como a isenção do IRPF para quem ganha até R$ 5 mil, a política de valorização do Salário Mínimo e a Lei de Igualdade Salarial, além de ressaltar a menor taxa de desemprego e a geração de empregos com carteira assinada. “Vamos anunciar semana que vem os dados da Relação Anual de Informações Sociais, a RAIS, que incorpora o Caged (empregos privados) e os dados do serviço público. São 7 milhões e 183 mil empregos em 3 anos e 3 meses de governo”, comemorou.

Ele cobrou do Congresso a votação dos projetos enviados pelo governo que tramitam na Casa, em especial o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho e a regulamentação do trabalho por aplicativo. “São Bernardo Campo tem um recado importante para o Congresso Nacional. É preciso que vocês encarem para valer dois projetos: o direito dos trabalhadores de plataforma de terem sua regulamentação e outro é o projeto que o presidente Lula enviou ao parlamento, que propõe a redução da jornada de trabalho sem redução de salários, de 44 para 40 hs semanais, acabando com a escala 6×1. Ano que vem, queremos estar aqui com o pátio lotado para comemorar o 1º de maio em uma escala que seja melhor do que a de hoje. O último 1º de maio trabalhando 6×1”, ressaltou.
Segundo o ministro, o Congresso Nacional tem de estar em sintonia com as reivindicações da sociedade, tem a responsabilidade de tramitar o PL, reduzindo a jornada de trabalho sem a redução de salário. “Basta uma maioria simples e depois discutir as PECs. É importante incorporar na Constituição a redução de jornada para 40 hs, impedindo que, no futuro, aventureiros – como está acontecendo na Argentina, possam propor novamente o aumento da jornada”, frisou.

Leia mais:  Governo Federal promove novo debate sobre logística no Nordeste durante encontro nesta terça-feira (14)

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana