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Ministro da Justiça defende políticas baseadas em evidências na abertura de reunião do CNPG

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Brasília, 13/4/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou da solenidade de abertura da 1ª Reunião Executiva dos Grupos Nacionais do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), realizada nessa segunda-feira (13), no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça Militar, em Brasília. Em seu discurso, defendeu a adoção de políticas de segurança pública baseadas em evidências e maior integração entre as instituições.

“O nosso propósito é implementar uma política de segurança pública baseada em evidências, ouvindo todos os atores e garantindo que as ações cheguem efetivamente à ponta”, disse.

O ministro afirmou que é preciso transformar o marco legal em resultados concretos para a população, ao destacar que mudanças legislativas, embora importantes, não são suficientes para garantir a sensação de segurança. Ele também ressaltou o papel do Ministério Público como instituição capaz de assegurar continuidade às políticas públicas.

Durante a sua fala, Wellington César mencionou a aprovação da PEC da Segurança Pública e da Lei Antifacção. Segundo o ministro, o governo trabalha na construção de um pacto nacional contra o crime organizado, estruturado em quatro eixos: combate ao tráfico de armas, asfixia financeira das facções, qualificação das investigações e fortalecimento do sistema prisional.

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O ministro destacou ainda as ações de combate ao feminicídio, classificando a violência contra a mulher como um problema grave. “É fundamental enfrentar esse fenômeno com repressão, mas também com uma mudança cultural profunda”, salientou. Ele acrescentou que “o desrespeito à vida das mulheres depõe contra o nosso estágio civilizatório e exige uma resposta firme do Estado e da sociedade”.

Ao defender uma política de segurança “de dupla velocidade”, com medidas estruturais e ações imediatas, reforçou a importância do diálogo institucional. “Temos que construir soluções consensuadas, com abertura para ouvir e aperfeiçoar as propostas”, concluiu.

Também participaram da abertura oficial o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; o procurador-geral de Justiça Militar, Clauro Roberto Bortolli; o presidente do CNPG e procurador-geral de Justiça da Bahia, Pedro Maia; o procurador-geral de Justiça da Paraíba, Leonardo Quintans Coutinho, coordenador do eixo temático de Segurança Pública e do Grupo Nacional de Execução Penal (GNEP); a conselheira do Conselho Nacional do Ministério Público, Ivana Cei; e o presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Tarcísio Bonfim.

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O encontro, que se encerra nesta terça-feira (14), na sede do Conselho Nacional do Ministério Público, reúne membros do MP para debater estratégias na área de segurança pública e segue com reuniões de grupos nacionais voltadas ao alinhamento de iniciativas e ao fortalecimento da atuação institucional, com foco especial no combate ao crime organizado, incluindo ações de enfrentamento ao tráfico de armas, desarticulação financeira de facções e aprimoramento das investigações criminais.

As reuniões envolvem os grupos nacionais de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), de Execução Penal (GNEP), dos Coordenadores de Centros de Apoio Criminal (GNCCRIM), do Júri (GNJ) e de Controle Externo da Atividade Policial (GNCEAP).

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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