Nacional

MJSP promove ciclo nacional de palestras da Operação Escola Segura em cinco capitais

Publicado

Brasília, 16/03/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) inicia, nesta segunda-feira (16), o Ciclo Nacional de Palestras da Operação Escola Segura. O evento, que percorrerá cinco capitais brasileiras até o dia 31 de março, foca no treinamento especializado para o enfrentamento de ameaças no ambiente escolar.

​A ação é coordenada pelo Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). O objetivo central é integrar especialistas, pesquisadores e gestores para discutir a identificação precoce de perigos, análise comportamental e o monitoramento rigoroso de redes digitais.

​Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a iniciativa prioriza a inteligência preventiva.

“A proteção das escolas exige integração entre forças policiais, setor educacional e sociedade. Ao reunir quem atua na ponta, ampliamos a capacidade de notar sinais de alerta e desenvolver respostas qualificadas para proteger nossas crianças”, afirmou o secretário.

​Programação e público

​O ciclo é direcionado a policiais civis e militares, representantes de secretarias de educação, gestores escolares, analistas de inteligência e pesquisadores dedicados à proteção da infância e adolescência.

Leia mais:  Jovens Defensores Populares debatem políticas públicas para o meio ambiente em clima de COP 30

​As atividades ocorrerão nas seguintes datas:

– ​Florianópolis (SC): 16 e 17 de março
– ​Brasília (DF): 19 e 20 de março (no Palácio da Justiça)
– ​Recife (PE): 23 e 24 de março
– ​Fortaleza (CE): 26 e 27 de março
– ​Vitória (ES): 30 e 31 de março

​Durante os encontros, os debates seguirão os eixos temáticos:

– ​Identificação de sinais de radicalização em ambientes on-line;
– ​Investigação técnica em redes sociais;
– ​Protocolos de avaliação de ameaças comportamentais;
– ​Integração institucional para a prevenção de riscos.

​Na etapa de Brasília, o evento contará com palestras de integrantes do Ciberlab e especialistas em violência extrema, além da apresentação de estudos de caso e metodologias de detecção de comportamentos suspeitos.

Sobre a Operação Escola Segura

​Criada em 5 de abril de 2023, a Escola Segura é uma mobilização contínua coordenada pelo MJSP. O foco principal é o monitoramento de ameaças em fontes abertas e comunidades digitais para antecipar possíveis ataques.

​Por meio do Ciberlab, a operação produz relatórios técnicos e difunde alertas às polícias estaduais. Esse fluxo de informações permite que as instituições locais ajam com rapidez, fortalecendo a segurança de alunos e professores em todo o País.

Leia mais:  Concessionárias de rodovias aderem à campanha contra importunação sexual no Carnaval 2026

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Eólica offshore: publicada metodologia de seleção de áreas ofertadas no país

Publicado

Está disponível no site do Ministério de Minas e Energia (MME) o procedimento padronizado para selecionar possíveis áreas para desenvolvimento de projetos de geração de energia eólica no mar (eólica offshore). A proposta está alinhada à Lei nº 15.097/2025, à Resolução CNPE nº 1/2026, e aos demais instrumentos normativos que orientam o planejamento do uso do espaço marinho do país.

A metodologia, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), orienta a execução de um processo estruturado composto por três etapas. A primeira tem objetivo de identificar as regiões Potenciais (Etapa I), em que são aplicadas exclusões legais e tecnológicas para mapear regiões iniciais com menor conflito e maior viabilidade.

Em seguida, ocorre a Definição de Áreas de Interesse (Etapa II), que refina essas regiões considerando sensibilidades socioambientais e compatibilidade com outros usos e atividades do espaço marítimo. Por fim, a Priorização de Áreas (Etapa III) na qual é aplicada uma análise multicritério, incluindo critérios técnicos, econômicos, logísticos e socioambientais, para classificar e hierarquizar as áreas.

Leia mais:  MJSP entrega mais de 400 equipamentos de rastreamento e fortalece investigações das polícias civis

A metodologia não define previamente quais regiões serão ofertadas, pois essa decisão permanece sob responsabilidade do poder concedente, que deverá considerar as políticas públicas vigentes, os objetivos de cada rodada de oferta e o contexto de desenvolvimento do setor.

A proposta incorpora na análise critérios legais, energéticos, econômicos, ambientais e sociais, com o objetivo de subsidiar a identificação de áreas adequadas à implantação de empreendimentos eólicos offshore, conciliando essa atividade com os demais usos do ambiente marinho. A construção do documento foi baseada na análise da regulamentação nacional, da experiência brasileira em planejamento espacial e das práticas adotadas por países com diferentes níveis de desenvolvimento desse segmento.

Mais sobre a Metodologia:

Resultado de um processo participativo, o documento incorpora contribuições de instituições governamentais integrantes do Grupo de Trabalho de Eólicas Offshore, instituído pela Resolução CNPE nº 18/2025 e da sociedade, apresentadas no âmbito da Consulta Pública nº 191/2025.

Entre as diretrizes previstas estão a flexibilidade para atualização dos critérios, acompanhando a evolução do mercado e a ampliação da base de informações disponíveis, além da previsão de mecanismos de participação institucional e social ao longo do processo de seleção.

Leia mais:  Fundo da Marinha Mercante avança para financiar projetos ferroviários e portuários estratégicos

O documento também indica que a definição futura dos setores a serem ofertados deve considerar a coordenação com os processos de planejamento da infraestrutura necessária ao desenvolvimento dos projetos, incluindo instalações portuárias, sistemas de transmissão e demais estruturas de apoio, de forma articulada entre o governo e o setor produtivo.

Acesse aqui o documento na íntegra.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana