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MMA discute desenvolvimento sustentável no Matopiba em audiência na Câmara dos Deputados

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A integração entre práticas sustentáveis e o desenvolvimento econômico foi reforçado pelo secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), André Lima, em audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.  

A sessão, realizada na última quarta-feira (22/10), discutiu o Plano de Desenvolvimento Agropecuário e Agroindustrial do Matopiba (PDA). Criado pelo Decreto n° 11.767/2023, a iniciativa busca promover políticas públicas federais para o desenvolvimento econômico, ambiental e social da região com base nas atividades agrícolas, pecuárias e agroindustriais de forma sustentável. 

Na ocasião, o secretário destacou a importância de um desenvolvimento que assegure o equilíbrio ambiental e social na produção agrícola. A região do Matopiba, explicou André Lima, possui grande potencial não apenas econômico, mas também “ambiental, hídrico e climático”, fatores que sustentam sua potencialidade econômica. 

“É possível aumentar a produtividade e a rentabilidade do produtor utilizando o Cerrado não apenas para converter, mas também para conservar, como um ativo capaz de atrair investimentos, investir em infraestrutura e qualificação e, com isso, aumentar o PIB [Produto Interno Bruto] e o IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] da região, mantendo o Cerrado em pé”, defendeu.   

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O Matopiba é formado majoritariamente pelo Cerrado, que compreende o estado do Tocantins e partes dos estados do Maranhão, Piauí e Bahia. A área abrange 337 municípios distribuídos em 73 milhões de hectares. 

O secretário ressaltou ainda a importância dos biomas Cerrado e Amazônia para o equilíbrio climático do país e os esforços do governo federal no combate ao desmatamento na região.  

Entre as ações destacadas, o pacto interfederativo para a prevenção e o controle do desmatamento, assinado em 2024 pelos governadores dos estados que compõem o Matopiba. A estratégia inclui propostas como criação de força-tarefa para implementação de ações conjuntas, integração de bases de dados e definição de municípios prioritários para ações de controle. 

André Lima enfatizou ainda a inclusão do enfrentamento aos impactos da mudança do clima no PDA. “É um ponto de atenção para o plano: olhar para o Cerrado não apenas como um potencial de conversão para ampliar a área produtiva, pois isso, inevitavelmente, vem trazendo impactos para toda a região em termos de regime de chuvas, mas também como um ativo econômico que pode, com certeza, atrair investimentos para uma produção mais qualificada e sustentável na região”, concluiu. 

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Também participaram da audiência o coordenador do Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Matopiba da Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia, Paulo Affonso Leiro Baqueiro; o presidente da Associação dos Criadores de Formosa do Rio Preto (BA), Sabino Gomes Filho; o secretário-executivo do Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Agropecuário e Agroindustrial do Matopiba do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), José Carlos Polidoro; e o representante da Embrapa, Marco Aurélio Delmondes Bomfim. A audiência foi conduzida pela deputada federal Roberta Roma. 

Assista a audiência pública aqui

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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(61) 2028-1227/1051
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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FAO en Alter do Chão: Gobierno de Brasil participa en los debates sobre el sector de la acuicultura

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El Ministerio de Pesca e Aquicultura (MPA) estuvo presente este lunes (10) en Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), representado por el ministro Edipo Araujo. Él participó en el evento organizado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), con el apoyo de INFOPESCA y la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esta es la primera vez que este evento se realiza en el municipio.

El ministro participó en el taller “Estado y perspectivas futuras de las principales especies de peces comerciales cultivadas en la cuenca amazónica”. La iniciativa busca intercambiar conocimientos técnicos actualizados, analizar desafíos comunes y explorar oportunidades de cooperación regional enfocadas en el desarrollo sostenible de la acuicultura de especies nativas. El enfoque abarca especies nativas de alto valor productivo y comercial, como el tambaqui (Colossoma macropomum), el pirarucú (Arapaima gigas), el pacú y el paco (Piaractus spp.), el matrinxã (Brycon spp.), el bagre amazónico (Pseudoplatystoma spp.), así como variedades híbridas.

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FAO
FAO

Foto: Cláudio Braga

En consecuencia, el taller contribuye a la elaboración de recomendaciones para el sector. “Actualmente, la acuicultura brasileña alcanza alrededor de 882,3 mil toneladas anuales, superando la producción de la pesca extractiva, que registra aproximadamente 485,7 mil toneladas por año. Estas cifras indican la creciente participación de la actividad acuícola en la oferta de pescado, en la conservación de los stocks pesqueros naturales, en la seguridad alimentaria y nutricional, en el desarrollo regional y en la generación de ingresos para las familias, especialmente para las mujeres, destacó Edipo.

 

Por la tarde, el ministro participó en una mesa redonda en la Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), donde se abordaron temas relacionados con las políticas públicas y las perspectivas para la pesca y la acuicultura. La agenda también incluyó una visita técnica al Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), campus de Santarém.

Leia a versão em Português aqui.

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Ana Célia Costa 

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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