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MMA e BNDES celebram 17 anos do Fundo Amazônia em Manaus com anúncio de mais de R$ 210 milhões em investimentos

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Nesta terça-feira (12/8), a partir das 9h, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) realizam a abertura do evento “Fundo Amazônia 17 anos: raízes e rumos” em Manaus (AM). Maior iniciativa mundial para a redução de emissões por desmatamento e degradação florestal (REDD+), o Fundo Amazônia é um dos principais instrumentos de execução da política ambiental e climática brasileira. 

O secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, e o superintende de Meio Ambiente do BNDES, Nabil Kadri, anunciarão a aprovação de R$ 210 milhões do Fundo para iniciativas de desenvolvimento sustentável na Amazônia. Serão R$ 60 milhões para o projeto “Prospera na Floresta”, de apoio ao turismo, empreendedorismo e atividades produtivas sustentáveis pelas comunidades tradicionais do Amazonas, e R$ 150 milhões para o Projeto União com Municípios pela Redução de Desmatamento e Incêndios Florestais, que atua em 48 municípios prioritários para o combate à devastação florestal em seis estados da Amazônia Legal (Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima). 

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Representantes dos países doadores e do governo do Amazonas e membros do Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA) também participam da cerimônia de abertura.

📰 Após a solenidade, algumas das autoridades presentes falarão à imprensa.

CREDENCIAMENTO: Profissionais de imprensa interessados em cobrir o evento presencialmente devem preencher formulário para credenciamento, disponível aqui  

Fundo Amazônia 17 anos: raízes e rumos

Ao longo de dois dias, o evento pretende discutir aprendizados, mudanças e desafios enfrentados nos 17 anos de existência do Fundo Amazônia, bem como avaliar perspectivas para o futuro e criar uma rede formada pelos participantes dos projetos apoiados.

Desde sua criação, o Fundo Amazônia apoiou 139 projetos que fortalecem ações de comunidades, governos ações estruturantes. No primeiro caso, os projetos contribuem para gerar renda e melhores condições de vida para os povos e comunidades tradicionais que mantêm a floresta em pé, atingindo mais de 600 organizações comunitárias e mais de 260 mil pessoas e atuação em mais de 169 terras indígenas.

SERVIÇO

MMA e BNDES celebram 17 anos do Fundo Amazônia em Manaus com anúncio de mais de R$ 200 milhões em investimentos

🗓️ Data: Terça-feira, 12 de agosto de 2025
Horário: 9h (Horário Manaus)
📍Local: Hotel Intercity Manaus – R. Professor Marciano Armond, 544 – Adrianópolis, Manaus (AM)
📈 Data do seminário: 12 e 13 de agosto 

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Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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