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MMA retoma publicação da revista Juventude e Meio Ambiente após mais de uma década

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) lançou, nesta quarta-feira (11/6), a terceira edição da revista Juventude e Meio Ambiente, retomando a publicação após mais de uma década. O lançamento ocorreu durante a Semana Nacional do Meio Ambiente, no Pavilhão Verde instalado na área externa da Biblioteca Nacional, em Brasília (DF).

Criada em 2014, a revista teve sua segunda edição publicada em 2015 e ficou sem novas versões entre 2016 e 2022. A retomada reafirma o compromisso do governo federal com a promoção da participação juvenil na construção e no fortalecimento das políticas públicas socioambientais.

Coordenada pelo Departamento de Educação Ambiental e Cidadania (DEA/MMA), a iniciativa conta com a participação da Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, além de jovens e coletivos de diferentes regiões do país.

Na apresentação da nova edição, o diretor de Educação Ambiental e Cidadania do MMA, Marcos Sorrentino, destacou o papel da publicação como instrumento de mobilização e diálogo com as juventudes. “Este novo número da revista, mais do que uma declaração de intenções, é um chamado à produção participativa de uma nova versão do Plano Nacional de Juventudes e Meio Ambiente e ao fazer educador comprometido com a construção de sociedades sustentáveis”, afirmou.

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Segundo o diretor, a retomada da publicação contribui para dar visibilidade às experiências, pesquisas, reflexões e expressões artísticas produzidas por jovens que atuam na agenda socioambiental, fortalecendo a articulação entre juventudes, comunicação, cultura, território e justiça climática.

O evento de lançamento reuniu representantes do MMA, da Secretaria Nacional de Juventude, integrantes do conselho editorial e autores que colaboraram com a publicação. A programação contou com apresentações culturais, diálogos e atividades de integração.

Entre os participantes estava a pedagoga e ativista ambiental Liriel Farias, do Rio de Janeiro, autora de um dos textos publicados na revista. “Todos nós, jovens, principalmente os da periferia, recebemos com alegria essa notícia do lançamento da terceira edição da revista. Ela será um espaço importante para debatermos tudo o que nos importa, como a questão ambiental. Para mim, sem justiça climática, não há justiça social”, ressaltou.

Juventudes e justiça climática

A terceira edição da revista tem como tema “Juventudes na construção da justiça climática”. A publicação reúne reportagens, artigos científicos, textos opinativos, relatos de experiências e produções artísticas, como fotografias, poesias, charges e ilustrações.

Todo o conteúdo foi produzido e editado por jovens de diferentes regiões do Brasil, refletindo a diversidade de perspectivas, trajetórias e formas de atuação das juventudes diante dos desafios socioambientais contemporâneos.

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A iniciativa busca fortalecer a troca de saberes, experiências e expectativas sobre o papel das juventudes na construção de futuros sustentáveis. A publicação parte do entendimento de que jovens não apenas participam da agenda ambiental, mas também produzem linguagens próprias de mobilização, denúncia, cuidado com o meio ambiente e incidência política.

Além da versão impressa, a terceira edição está disponível em formato digital.

Histórico da publicação

A revista Juventude e Meio Ambiente integra a agenda de juventudes do MMA e foi criada para ampliar a participação social e a circulação de conhecimentos produzidos por jovens sobre temas ambientais.

1ª edição (2014): Territórios: espaços para o exercício da cidadania da juventude;
2ª edição (2015): A juventude na busca pela sustentabilidade: da Agenda 21 ao pós-2015;
3ª edição (2026): Juventudes na construção da justiça climática.

Para acessar a versão digital da revista, clique aqui

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected] 
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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