Nacional

MME abre consulta pública sobre índices mínimos de eficiência energética para fontes de luz com tecnologia LED

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta sexta-feira (19/12), a consulta pública sobre a regulamentação dos índices mínimos de eficiência energética para fontes de luz com tecnologia LED. O objetivo é fazer com que as lâmpadas e luminárias com tecnologia LED a serem fabricadas ou comercializadas no país sejam mais eficientes, proporcionando menos gastos com energia elétrica para a população.

A minuta de resolução é fruto do trabalho do Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), presidido pelo MME. O texto foi formulado após uma criteriosa análise de impacto regulatório e consultas prévias a representantes do setor de iluminação do Brasil.

Após a análise de diversas alternativas de regulamentação, ouvindo os principais representantes do setor e avaliando exemplos internacionais, a minuta de resolução propõe uma aplicação de índices mínimos de eficiência energética de forma dinâmica, baseada em diferentes parâmetros e características do produto, visando atender as preocupações e especificidades dos equipamentos, conforme solicitado pelos fabricantes, importadores e comercializadores do setor.

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A minuta de resolução busca incorporar conceitos e parâmetros recentemente propostos pelo Inmetro como aprimoramento dos Requisitos de Avaliação da Conformidade, além de ser inspirada em índices mínimos já exigidos em outras regiões do mundo, como Europa e Austrália, o que facilita a adaptação do mercado nacional.

Os índices mínimos de eficiência energética funcionam como uma nota de corte para produtos menos eficientes, que ficam impedidos de ingressar no mercado brasileiro. Na ausência de índices mínimos compatíveis com os produtos e tecnologias disponíveis no país, como ocorre atualmente com lâmpadas e luminárias de LED, o mercado nacional fica suscetível à entrada de produtos ineficientes e tecnologicamente defasados.

Os interessados podem acessar os documentos relacionados e enviar as contribuições pelo portal de Consulta Pública do MME até 17 de fevereiro de 2026.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Nacional

Estruturação do projeto da Ferrogrão avança com decisão do STF

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O Ministério dos Transportes avalia que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a constitucionalidade da legislação relacionada à desafetação de área do Parque Nacional do Jamanxim para viabilizar a Ferrogrão, representa um passo importante para o fortalecimento e a continuidade da estruturação do projeto.

A decisão reforça o entendimento de que o trabalho técnico conduzido pelo Ministério ao longo dos últimos anos vem sendo realizado com responsabilidade, observância das condicionantes legais e aperfeiçoamento contínuo dos estudos necessários para um empreendimento dessa envergadura.

Nos últimos três anos, a pasta atualizou o projeto, agregou novos estudos, refinou informações técnicas, incorporou análise de custo-benefício e incluiu medidas de compensação ambiental que não constavam nas versões anteriores do empreendimento. Os estudos também passaram a considerar de forma mais aprofundada as externalidades positivas do projeto, especialmente a redução das emissões de gases de efeito estufa a partir da ampliação da participação do modal ferroviário na matriz logística nacional.

O Ministério dos Transportes reafirma que seguirá avançando em todas as diretrizes previstas na legislação, com compromisso absoluto com o devido licenciamento ambiental, a escuta e o respeito aos povos e comunidades envolvidos, além da adoção de todas as salvaguardas necessárias para garantir a sustentabilidade e a segurança jurídica do projeto.

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A Ferrogrão é considerada estratégica para o desenvolvimento econômico do país, com potencial para ampliar a eficiência logística, reduzir custos de transporte e fortalecer a infraestrutura nacional de forma alinhada à sustentabilidade ambiental.

Paralelamente, o Ministério também atua, em conjunto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na estruturação de soluções de financiamento de longo prazo para viabilizar o empreendimento. Com o avanço dessa etapa e a decisão do STF, a pasta aguarda agora a apreciação do projeto pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para posterior publicação do edital. 

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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