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MME participa de reunião internacional da OACI sobre combustíveis sustentáveis de aviação

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, entre os dias 27 e 31 de outubro de 2031, da segunda reunião do Grupo de Trabalho 5 (WG5) – Fuels Working Group – do Comitê de Proteção Ambiental da Aviação da Organização da Aviação Civil Internacional (CAEP/OACI), realizada em São Paulo (SP). O grupo é responsável por discutir questões técnicas relacionadas aos combustíveis de aviação, incluindo metodologias para análise dos Combustíveis Sustentáveis de Aviação (CORSIA SAF) e dos Combustíveis de Aviação de Baixo Carbono (CORSIA LCAF).

A reunião, que integra o 14º ciclo do comitê (CAEP/14), contou com cerca de 120 participantes de diversos países e entidades do setor. Foram debatidos mais de 40 documentos técnicos e informativos sobre avaliação de matérias-primas, rotas tecnológicas de produção e modelos de mensuração dos impactos e benefícios ambientais da adoção de combustíveis sustentáveis.

A presença do MME reforça o papel estratégico do Brasil no desenvolvimento e consolidação de políticas voltadas à transição energética e à descarbonização do transporte aéreo, um dos pilares da Lei do Combustível do Futuro (14.993/24). O ministério vem atuando em conjunto com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e diversos outros órgãos e instituições de pesquisa para ampliar a produção nacional de Combustíveis Sustentáveis de Aviação (SAF, na sigla em inglês) e consolidar o país como referência global nessa cadeia.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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