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MPA acompanha posse e primeira reunião do ministro Guilherme Boulos na Secretaria-Geral da Presidência

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A equipe técnica da Assessoria de Participação Social e Diversidade (APSD) do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou nesta quinta-feira (6) da primeira reunião com o ministro Guilherme Boulos, novo titular da Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR).

O encontro marcou o início de uma nova etapa na política nacional de participação social, sob a coordenação da Secretaria Nacional de Participação Social, agora dirigida por Izadora Brito, que destacou a missão de “potencializar a política da participação social” em todo o governo federal.

O ministro Guilherme Boulos reforçou esse compromisso, afirmando que recebeu o “dever de casa de colocar o povo na rua”, ressaltando a importância de fortalecer o diálogo entre governo e sociedade civil para que as políticas públicas cheguem efetivamente a quem mais precisa.

Representando o MPA, o chefe da APSD, Paulo Faria, destacou o alinhamento da pasta com essa agenda. “O ministro Guilherme Boulos chega com grande entusiasmo e com muita vontade de aproximar cada vez mais o povo do governo. O MPA já vem fazendo esse dever de casa. Retomamos o CONAPE, estruturamos os CPGs e vamos agora juntos para a rua escutar cada vez mais os pescadores e aquicultores e mostrar as ações efetivas do nosso Ministério”, afirmou.

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A APSD do MPA, ligada diretamente ao Gabinete do Ministro da Pesca e Aquicultura e articulada com a Secretaria-Geral da Presidência, tem como missão garantir a diversidade, a inclusão e a participação da sociedade civil nas políticas de aquicultura e pesca. A Assessoria atua em parceria com as áreas finalísticas do Ministério para assegurar que as vozes dos pescadores, aquicultores, mulheres, juventudes, povos e comunidades tradicionais sejam ouvidas na formulação e execução das políticas públicas.

O Sistema de Participação Social do Governo Federal é composto por conselhos, conferências, comissões, ouvidorias, mesas de diálogo e plataformas digitais, que permitem à sociedade participar diretamente da construção, monitoramento e avaliação das políticas públicas. As assessorias de participação social e diversidade, presentes em todos os ministérios, são responsáveis por articular esse sistema dentro de cada pasta, promovendo a integração com os movimentos sociais e com a Secretaria-Geral da Presidência da República.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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