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MPA participa do Salão do Turismo para promover a pesca amadora e esportiva

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O Ministério da Pesca e Aquicultura esteve presente no maior evento de promoção do turismo brasileiro. O Salão do Turismo foi realizado entre os dias 7 e 9 de maio, em Fortaleza (CE), reunindo setor público, empresas e organizações voltadas para o desenvolvimento do setor turístico no Brasil 

Organizado pelo Ministério do Turismo (MTur), o evento contou com espaços para a promoção de destinos turísticos, experiências gastronômicas e feirão de viagens. Durante a programação, o MPA apresentou iniciativas inovadoras desenvolvidas pelo MPA para impulsionar a pesca amadora e esportiva e o turismo de pesca, promover o uso sustentável dos recursos pesqueiros e fortalecer a geração de renda nas regiões turísticas brasileiras. 

O Plano Nacional da Pesca Amadora e Esportiva, a websérie sobre boas práticas do pesque e solte, o livro técnico sobre a pesca amadora no Brasil e o Painel do Pescador Amador e Esportivo, ferramenta inédita de gestão para o setor, foram alguns dos destaques da apresentação do MPA. 

 Para a coordenadora-geral de Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Lariessa Soares, “a participação do Ministério no evento evidencia o avanço histórico das políticas públicas voltadas à pesca Amadora e esportiva, consolidando o segmento como importante vetor de desenvolvimento econômico, ambiental e social para o Brasil. 

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Segundo Lariessa, como próximos passos, o MPA dará continuidade à implementação e ao monitoramento das ações previstas no Plano Nacional da Pesca Amadora e Esportiva. A ideia é fortalecer iniciativas voltadas à promoção do turismo de pesca, ao uso sustentável dos recursos pesqueiros e à estruturação de dados estratégicos para o setor. 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Exportações recordes de soja sustentam receita do Brasil em meio à tensão global e alta das commodities

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O mercado global da soja iniciou a semana sob forte influência de dois fatores decisivos: o recorde das exportações brasileiras e a escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio. Enquanto o Brasil mantém liderança absoluta nos embarques da oleaginosa, os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago avançaram nesta segunda-feira (11), acompanhando a disparada do petróleo e o movimento generalizado de valorização das commodities agrícolas.

Segundo levantamento do Cepea, o desempenho das exportações brasileiras continua sendo o principal suporte da receita do setor, mesmo diante da pressão causada pela ampla oferta interna, pela queda do dólar e pelo recuo das cotações domésticas.

Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, o maior volume já registrado para o mês na série histórica da Secex. O resultado representa crescimento de 15,35% em relação a março e avanço de 9,6% frente ao mesmo período do ano passado.

A China permaneceu como principal destino da soja brasileira, ampliando suas compras em 17,6% na comparação mensal. No acumulado de janeiro a abril, os embarques nacionais alcançaram 40,24 milhões de toneladas, também um recorde para o período.

O ritmo acelerado das exportações tem ajudado a equilibrar o mercado interno e sustentado a renda do produtor, mesmo com a pressão de uma safra robusta e preços domésticos mais enfraquecidos.

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Oriente Médio e petróleo elevam volatilidade global

No cenário internacional, os mercados operam sob forte volatilidade após o agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã. O aumento das incertezas ganhou força depois de o governo iraniano rejeitar uma proposta norte-americana relacionada aos conflitos na região.

Na sequência, o ex-presidente Donald Trump criticou publicamente a resposta iraniana, reacendendo temores sobre uma possível escalada geopolítica e seus impactos sobre o fornecimento global de energia.

Com isso, os futuros do petróleo voltaram a subir com intensidade. Por volta das 7h20 (horário de Brasília), o barril do Brent avançava 2,09%, cotado a US$ 97,40, enquanto o WTI registrava alta de 2,1%, negociado a US$ 103,43.

A valorização da energia impulsionou diretamente o complexo soja. Os contratos futuros da oleaginosa subiam mais de 10 pontos na Bolsa de Chicago, levando o vencimento julho para US$ 12,20 por bushel e o agosto para US$ 12,14. O farelo de soja avançava mais de 1,4%, enquanto o óleo registrava ganhos próximos de 0,6%.

Milho, trigo e açúcar também avançam

O movimento positivo se espalhou para outras commodities agrícolas. O trigo operava com alta próxima de 1%, cotado a US$ 6,24 por bushel, enquanto o milho subia mais de 0,8%, alcançando US$ 4,75 por bushel.

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O açúcar negociado em Nova York também acompanhava o avanço das commodities, sustentado pela valorização do petróleo. O cacau operava em campo positivo, enquanto café e algodão apresentavam ajustes após registrarem ganhos nas primeiras horas do pregão.

Analistas destacam que a forte correlação entre energia e commodities agrícolas voltou a ganhar força nesta semana. Com o petróleo em alta, aumentam as expectativas de maior demanda por biocombustíveis, especialmente biodiesel e etanol, favorecendo diretamente o complexo soja e o milho.

Além disso, investidores seguem atentos às condições logísticas no Oriente Médio, sobretudo na região do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo e fertilizantes.

Mercado aguarda novo relatório do USDA

Outro fator que mantém os agentes do mercado em alerta é a expectativa pelo novo relatório mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), previsto para esta terça-feira, 12 de maio.

O documento trará as primeiras estimativas oficiais para a safra 2026/27 e poderá redefinir o comportamento dos mercados agrícolas nas próximas semanas, especialmente para soja, milho e trigo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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