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MPor abre inscrições para a 7ª edição do Prêmio Portos + Brasil

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) abriu as inscrições para a 7ª edição do Prêmio Portos + Brasil. A premiação anual, organizada pela Secretaria Nacional de Portos (SNP), tem como objetivo reconhecer e incentivar melhorias na gestão e na produtividade dos portos brasileiros. As instituições interessadas podem se inscrever até o dia 20 de maio.

Podem participar da iniciativa Portos Públicos Organizados, terminais arrendados e Terminais de Uso Privado (TUPs), que, nesta edição, serão avaliados em seis categorias: Ranking IGAP, Avanço IGAP, Categoria Igualdade de Gênero (CIG), Categoria Inovação, Crescimento da Movimentação Total (variação absoluta) e Crescimento da Movimentação Total (variação percentual).

Os participantes premiados serão convidados para a cerimônia de premiação e receberão os troféus do Portos + Brasil 7ª edição com a identificação da categoria e a colocação obtida.

Conheça as categorias
-Ranking IGAP: reconhece o desempenho e incentiva melhorias na gestão dos Portos Públicos Organizados. A mensuração é feita por meio do Índice de Gestão da Autoridade Portuária (IGAP). As três empresas que obtiverem as maiores notas, em ordem decrescente, receberão o Troféu Portos + Brasil e se classificarão nos três primeiros lugares do Ranking IGAP. O 1º colocado também será premiado com o Troféu Itinerante Portos + Brasil.

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-Avanço IGAP: reconhece as Autoridades Portuárias que apresentaram os maiores avanços no resultado do IGAP de 2026 em relação a 2025. As três melhores classificadas no ranking serão premiadas com o Troféu Portos + Brasil.

-Categoria Igualdade de Gênero (CIG): vinculada à política pública de promoção da Agenda 2030 em desenvolvimento pela Secretaria Nacional de Portos, a iniciativa tem como escopo os Princípios de Empoderamento das Mulheres (Women’s Empowerment Principles – WEPs), da ONU, com ênfase no Princípio 1: “Estabelecer liderança corporativa de alto nível pela igualdade de gênero”.

São elegíveis à categoria os Portos Públicos Organizados, os terminais arrendados e os TUPs. Será concedido o Troféu CIG Portos + Brasil a uma empresa gestora de porto organizado, uma empresa gestora de arrendamento e uma empresa gestora de TUP que obtiverem a melhor pontuação, conforme os critérios estabelecidos no item 5.4 do edital.

-Categoria Inovação: busca fomentar, de forma estruturada e contínua, a cultura de inovação nas Autoridades Portuárias, arrendatárias e TUPs. A iniciativa incentiva o desenvolvimento de soluções inovadoras, a melhoria da qualidade e maturidade dos projetos, a capacitação técnica e gerencial e a adoção de boas práticas de governança e gestão da inovação.

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-Categorias Crescimento da Movimentação Total – Variação Absoluta e Variação Percentual: levam em consideração os maiores aumentos absolutos e os maiores aumentos percentuais na movimentação total de cargas entre o ano 2024 e o ano 2025. O objetivo é reconhecer os esforços das gestões de instalações portuárias em melhorar sua produtividade.

Confira aqui o edital completo e participe!

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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“Escala 5×2 já beneficia quase 30 milhões de trabalhadores formais no Brasil”, afirma Chico Macena

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O secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Francisco Macena, afirmou nesta sexta-feira (8), durante entrevista à TV Senado, que a jornada de trabalho com cinco dias de trabalho e dois de descanso já é realidade no Brasil para quase 30 milhões de trabalhadores formais. “Dois terços dos trabalhadores já estão na escala 5×2. Cerca de 15 milhões ainda permanecem na escala 6×1”, afirmou. “O desafio agora é fazer com que a jornada 5×2 deixe de ser privilégio de parte do mercado formal e alcance todos os trabalhadores formais brasileiros, garantindo mais qualidade de vida, saúde e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”, afirmou Macena.

O secretário participou do programa TV Senado Live em debate com o especialista em relações do trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Pablo Rolim Carneiro.

Macena explicou que a proposta não prevê compensação das quatro horas reduzidas e que as especificidades de setores que exigem jornadas diferenciadas, como saúde, comércio, atividades embarcadas e escalas 12×36, deverão ser tratadas por meio de negociação coletiva entre trabalhadores e empregadores.

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Macena ressaltou ainda que estudos do MTE indicam que o impacto econômico da medida tende a ser residual e pode ser absorvido pelas empresas. Segundo ele, a redução da jornada contribui para diminuir o absenteísmo, as doenças relacionadas ao trabalho e os afastamentos, além de melhorar a produtividade.

“O debate não é novo. Essa discussão está no Congresso desde 2006 e experiências internacionais mostram que a redução da jornada pode melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e aumentar a produtividade das empresas”, afirmou.

O secretário também citou estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) com empresas que adotaram redução de jornada. Segundo ele, 72% registraram aumento de receita e 44% melhoraram o cumprimento de prazos operacionais após a mudança.

Para Macena, a discussão envolve não apenas melhores condições de trabalho, mas também ganhos para a economia. “Quando há menos estafa, menos adoecimento e melhores relações no ambiente de trabalho, o trabalhador produz mais e a empresa também ganha”, concluiu.

Durante o debate no programa TV Senado Live, o especialista em relações do trabalho da CNI, Pablo Rolim Carneiro, observou que setores como a indústria já operam com jornadas menores, próximas de 42 horas semanais, e alertou para a necessidade de considerar as diferenças entre os segmentos econômicos na discussão sobre a redução da jornada.

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Para o especialista, a principal preocupação do setor produtivo está em uma eventual imposição legal uniforme para todas as atividades. “Os setores que mais competem interna e internacionalmente podem ser os mais impactados”, afirmou.

Confira aqui o debate sobre a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais com dois dias de descanso:

https://www.youtube.com/watch?v=XEIUkC9Pff4

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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