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MTE debate transição justa e saúde do trabalhador na COP30 em Belém (PA)

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) realizará dois painéis abordando os impactos das mudanças climáticas e sobre o mundo do trabalho e os caminhos para uma transição justa e sustentável durante a realização da COP30 que acontece em novembro de 2025 em Belém (PA).

Os eventos acontecem no Pavilhão Brasil da COP 30. Dia 12 de novembro (quarta-feira), das 16h15 às 17h15, será realizado o painel “Negociação Coletiva e Transição Justa: Caminho para o Trabalho Sustentável”, com a participação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará, Alex Dias Carvalho; e do coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, Clemente Ganz Lúcio. A mediação será feita pelo secretário de Relações do Trabalho do MTE, Marcos Perioto.

No dia 13 de novembro (quinta-feira), das 13h45 às 14h45, será realizado o painel “Mudança Climática, Estresse Térmico e Impactos na Saúde e Segurança do Trabalho”, também com a presença do ministro Luiz Marinho; além do pesquisador da Fundacentro/SC, Daniel Bitencourt; e do dirigente sindical Eduardo Anunciato (“Chicão”), do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo. A mediação será feita por Maíra Lacerda e Silva, chefe da Assessoria Internacional do MTE.

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Os encontros integram a programação oficial do Pavilhão Brasil – Setor Verde e reforçam o compromisso do MTE com o diálogo social e com políticas públicas que promovam o trabalho decente em um contexto de transição climática justa.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Eólica offshore: publicada metodologia de seleção de áreas ofertadas no país

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Está disponível no site do Ministério de Minas e Energia (MME) o procedimento padronizado para selecionar possíveis áreas para desenvolvimento de projetos de geração de energia eólica no mar (eólica offshore). A proposta está alinhada à Lei nº 15.097/2025, à Resolução CNPE nº 1/2026, e aos demais instrumentos normativos que orientam o planejamento do uso do espaço marinho do país.

A metodologia, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), orienta a execução de um processo estruturado composto por três etapas. A primeira tem objetivo de identificar as regiões Potenciais (Etapa I), em que são aplicadas exclusões legais e tecnológicas para mapear regiões iniciais com menor conflito e maior viabilidade.

Em seguida, ocorre a Definição de Áreas de Interesse (Etapa II), que refina essas regiões considerando sensibilidades socioambientais e compatibilidade com outros usos e atividades do espaço marítimo. Por fim, a Priorização de Áreas (Etapa III) na qual é aplicada uma análise multicritério, incluindo critérios técnicos, econômicos, logísticos e socioambientais, para classificar e hierarquizar as áreas.

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A metodologia não define previamente quais regiões serão ofertadas, pois essa decisão permanece sob responsabilidade do poder concedente, que deverá considerar as políticas públicas vigentes, os objetivos de cada rodada de oferta e o contexto de desenvolvimento do setor.

A proposta incorpora na análise critérios legais, energéticos, econômicos, ambientais e sociais, com o objetivo de subsidiar a identificação de áreas adequadas à implantação de empreendimentos eólicos offshore, conciliando essa atividade com os demais usos do ambiente marinho. A construção do documento foi baseada na análise da regulamentação nacional, da experiência brasileira em planejamento espacial e das práticas adotadas por países com diferentes níveis de desenvolvimento desse segmento.

Mais sobre a Metodologia:

Resultado de um processo participativo, o documento incorpora contribuições de instituições governamentais integrantes do Grupo de Trabalho de Eólicas Offshore, instituído pela Resolução CNPE nº 18/2025 e da sociedade, apresentadas no âmbito da Consulta Pública nº 191/2025.

Entre as diretrizes previstas estão a flexibilidade para atualização dos critérios, acompanhando a evolução do mercado e a ampliação da base de informações disponíveis, além da previsão de mecanismos de participação institucional e social ao longo do processo de seleção.

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O documento também indica que a definição futura dos setores a serem ofertados deve considerar a coordenação com os processos de planejamento da infraestrutura necessária ao desenvolvimento dos projetos, incluindo instalações portuárias, sistemas de transmissão e demais estruturas de apoio, de forma articulada entre o governo e o setor produtivo.

Acesse aqui o documento na íntegra.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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