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MTE debate transição justa e saúde do trabalhador na COP30 em Belém (PA)

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) realizará dois painéis abordando os impactos das mudanças climáticas e sobre o mundo do trabalho e os caminhos para uma transição justa e sustentável durante a realização da COP30 que acontece em novembro de 2025 em Belém (PA).

Os eventos acontecem no Pavilhão Brasil da COP 30. Dia 12 de novembro (quarta-feira), das 16h15 às 17h15, será realizado o painel “Negociação Coletiva e Transição Justa: Caminho para o Trabalho Sustentável”, com a participação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará, Alex Dias Carvalho; e do coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, Clemente Ganz Lúcio. A mediação será feita pelo secretário de Relações do Trabalho do MTE, Marcos Perioto.

No dia 13 de novembro (quinta-feira), das 13h45 às 14h45, será realizado o painel “Mudança Climática, Estresse Térmico e Impactos na Saúde e Segurança do Trabalho”, também com a presença do ministro Luiz Marinho; além do pesquisador da Fundacentro/SC, Daniel Bitencourt; e do dirigente sindical Eduardo Anunciato (“Chicão”), do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo. A mediação será feita por Maíra Lacerda e Silva, chefe da Assessoria Internacional do MTE.

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Os encontros integram a programação oficial do Pavilhão Brasil – Setor Verde e reforçam o compromisso do MTE com o diálogo social e com políticas públicas que promovam o trabalho decente em um contexto de transição climática justa.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Nacional

Operação Dupla Cena desmonta associação criminosa especializada em fraudes eletrônicas

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Florianópolis, 16/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), participou da Operação Dupla Cena, deflagrada nesta quinta-feira (16) pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), por meio da Delegacia de Combate a Estelionatos do Departamento de Investigações Criminais da Capital (DCE/DIC).

A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa voltada à prática de estelionato mediante fraudes eletrônicas, principalmente por meio do uso de redes sociais.

A Operação Dupla Cena conta com o suporte operacional da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), que colaborou na deflagração de 18 mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Fortaleza, Canindé, Sobral e Caucaia.

“A operação envia um recado claro: o ambiente digital não é terra sem lei, e a distância geográfica não serve mais de escudo para a impunidade. Ao atingir simultaneamente o mentor intelectual e a rede de “conteiros” no Ceará, não estamos apenas solucionando um estelionato ocorrido em Santa Catarina, mas desmantelando uma engrenagem sofisticada de prejuízos sociais por meio da integração estratégica com o Ciberlab”, afirma o delegado da PCSC, Osmar Carraro.

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Modus operandi

As investigações tiveram início após uma fraude perpetrada contra uma lotérica em Florianópolis, que resultou em um prejuízo de R$ 114 mil. O grupo criminoso utilizava redes sociais para atrair vítimas com falsas promessas de prêmios em dinheiro. No caso, a vítima foi induzida a ir até uma lotérica e a entregar o telefone à atendente.

Do outro lado da linha, um criminoso, passando-se pelo patrão da cliente, persuadiu a funcionária a realizar diversos depósitos em contas digitais, sob a promessa de que o acerto financeiro seria feito ao final dos procedimentos.

Alvos e prisões

Entre os alvos presos hoje está o “Mentor Intelectual”, identificado como o chefe do esquema e responsável pela coordenação do grupo no Ceará. Também foram presos outros 17 “conteiros”, indivíduos recrutados (coautores) para ceder contas bancárias, permitindo o recebimento e a rápida dispersão dos valores subtraídos das vítimas.

O objetivo central é paralisar as atividades criminosas do grupo com base em Fortaleza. A operação visa prender quem executa a ligação, bem como responsabilizar o autor intelectual e impedir que o grupo continue utilizando redes sociais para atrair novas vítimas.

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Tipificação penal

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica (Art. 171, § 2º-A do Código Penal), associação criminosa (Art. 288 do Código Penal) e lavagem de dinheiro (Art. 1º da Lei nº 9.613/98), cujas penas, quando somadas, podem atingir até 21 anos de reclusão e multa.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública ressalta a importância da integração entre as forças policiais estaduais para o combate eficaz ao crime cibernético, demonstrando que a distância geográfica entre criminosos e vítimas não garante mais a impunidade no ambiente digital.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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