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Nestlé Brasil incentiva bem-estar animal em fazendas de leite e fortalece sustentabilidade da produção

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Bem-estar animal como pilar da sustentabilidade

O bem-estar animal na pecuária de leite é cada vez mais reconhecido como essencial para a saúde das vacas, produtividade e qualidade do leite. Além de permitir que os animais expressem comportamentos naturais e reduzam a incidência de doenças, essas práticas impactam diretamente na sustentabilidade das fazendas, contribuindo para a redução das emissões de carbono no sistema produtivo.

Como membro da Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA), a Nestlé Brasil integra o tema como um pilar estratégico de sustentabilidade, reforçando seu compromisso com uma pecuária regenerativa.

Programa Nature por NINHO® estimula boas práticas nas fazendas

Para incentivar a adoção de boas práticas, a Nestlé desenvolveu o programa Nature por NINHO®, que oferece orientações sobre:

  • Manejo sanitário e nutricional dos animais;
  • Uso de anestésicos e analgésicos em procedimentos veterinários;
  • Manutenção das instalações e prevenção de doenças;
  • Gestão de recursos naturais e agricultura regenerativa;
  • Treinamento de pessoas e garantia dos direitos humanos.

O programa também incentiva o uso de sêmen sexado para redução do número de machos, promove monitoramento animal com tecnologias digitais e estimula melhorias na infraestrutura das fazendas, tornando o manejo mais eficiente e seguro.

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Capacitação e engajamento dos fornecedores

A Nestlé realiza um trabalho contínuo de sensibilização e capacitação de produtores e consultores, promovendo mudanças de mentalidade no setor. Em fazendas do nível Diamante, pelo menos 60% dos animais adultos são monitorados, permitindo detecção precoce de doenças, melhores decisões reprodutivas e redução do estresse animal.

Resultados e reconhecimento das fazendas

O engajamento do programa foi destacado durante o Circuito Nature por Ninho 2025, realizado em Gameleira de Goiás, que reuniu cerca de 400 participantes entre produtores e fornecedores. O evento incluiu palestras e workshops sobre:

  • Gestão da fazenda e sucessão familiar;
  • Manejo de bezerros recém-nascidos;
  • Nutrição e melhoramento genético;
  • Agricultura regenerativa e manejo sustentável do solo.

O encontro também reconheceu a primeira fazenda nível Diamante, reforçando a importância de valorizar boas práticas e desenvolver uma cultura de cuidado na rotina das propriedades.

Bem-estar animal e metas de sustentabilidade

Segundo Barbara Sollero, gerente-executiva de Agricultura Sustentável da Nestlé Brasil, a parceria com a COBEA fortalece o compromisso da empresa com o bem-estar animal e o clima, acelerando a inovação, pesquisa e colaboração entre os stakeholders do setor.

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As práticas promovidas pelo programa contribuem para reduzir as emissões de carbono e alinham a produção leiteira da Nestlé às metas globais de sustentabilidade, consolidando o impacto positivo na cadeia produtiva e no meio ambiente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cachaça mineira movimenta mais de R$ 624 milhões e consolida Minas Gerais como líder nacional do setor

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Minas Gerais segue ampliando sua liderança na produção de cachaça no Brasil e reforçando a importância econômica e cultural da bebida para o agronegócio estadual. No Dia da Cachaça Mineira, celebrado nesta quinta-feira (21), a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) divulgou um panorama atualizado do setor, revelando que a cadeia produtiva movimentou R$ 624,7 milhões em 2025.

Os números consolidam a força da cachaça mineira dentro e fora do país, além de evidenciar o crescimento da atividade em geração de renda, arrecadação e empregos formais.

De acordo com a Seapa, o estudo apresenta informações estratégicas sobre produção, mercado, exportações e desempenho econômico da cadeia produtiva. O material também reforça o papel da bebida como patrimônio cultural e ativo relevante para a expansão do agronegócio mineiro no mercado internacional.

Segundo a assessora técnica da Seapa, Maíra Ferman, um dos principais destaques do levantamento é o avanço das vendas para fora de Minas Gerais. Atualmente, 54% do faturamento da cachaça mineira já vem do mercado interestadual e das exportações, demonstrando a crescente inserção do produto em novos mercados consumidores.

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Além do faturamento expressivo, o setor também tem forte impacto na arrecadação estadual. Em 2025, a cadeia produtiva gerou R$ 56,5 milhões em ICMS, fortalecendo a contribuição da atividade para a economia mineira.

Minas concentra 40% dos produtores de cachaça do Brasil

O levantamento confirma que Minas Gerais permanece como o principal polo produtor de cachaça do país. O estado reúne 501 estabelecimentos formais registrados, número que representa cerca de 40% de todas as unidades produtoras do Brasil.

A ampla presença da atividade em diferentes regiões mineiras evidencia a tradição histórica da produção artesanal e industrial da bebida, além da importância da cadeia para pequenos produtores, agroindústrias familiares e empreendimentos rurais.

A distribuição da produção também fortalece economias regionais, impulsionando o turismo rural, a gastronomia típica e a valorização de produtos de origem mineira.

Exportações avançam e ampliam presença internacional

O mercado externo também vem ganhando relevância para o setor. Segundo a Seapa, a cachaça produzida em Minas Gerais ampliou sua presença internacional em 2025, com destaque para exportações destinadas ao Uruguai, Estados Unidos e Itália.

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Os três países concentram parcela significativa das vendas externas da bebida e reforçam o potencial da cachaça como produto estratégico para a internacionalização do agro mineiro.

A expansão internacional acompanha o aumento da valorização da cachaça premium e artesanal no exterior, especialmente em mercados que buscam bebidas destiladas com identidade regional, tradição e produção diferenciada.

Setor amplia geração de empregos e fortalece produção artesanal

Outro ponto destacado no levantamento é o crescimento dos empregos formais ligados à fabricação de aguardente de cana-de-açúcar. O setor mantém trajetória positiva nos últimos anos, refletindo o aumento da produção, da formalização e da demanda por produtos de maior valor agregado.

Com dados consolidados e análise detalhada, o panorama divulgado pela Seapa reforça a importância da cadeia produtiva da cachaça para Minas Gerais, tanto na geração de renda quanto na valorização da cultura regional e no fortalecimento do agronegócio brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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