Tribunal de Justiça de MT

Nova Nazaré ganha acesso direto à Justiça com Ponto de Inclusão Digital

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A população de Nova Nazaré passa a contar, a partir desta terça-feira (13), com atendimento direto do Poder Judiciário sem precisar sair do município. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) inaugura, às 14h, o Ponto de Inclusão Digital (PID), um espaço que permite a realização de audiências, consultas processuais e contato com servidores do Fórum por meio da internet.
A unidade será instalada na Avenida Principal, s/n, Centro, e integra a estrutura da Comarca de Água Boa. O serviço é gratuito e foi criado para atender moradores que enfrentam dificuldades de deslocamento ou de acesso a equipamentos e conexão de qualidade.
A solenidade de inauguração contará com a presença da juíza diretora do Foro da Comarca de Água Boa, Silvana Fleury Curado; do prefeito de Nova Nazaré, Reginaldo Martins Del Colle; do presidente da Câmara Municipal, Marcos Vinícios Xavier de Carvalho; do secretário de Administração, Enoque de Sousa Lima; do chefe de Gabinete, João Batista de Siqueira Filho; e do servidor responsável pelo PID, Ryan Richelle Almeida Silva.
O que é o Ponto de Inclusão Digital
Os Pontos de Inclusão Digital funcionam como extensões dos fóruns das comarcas. Nesses espaços, o cidadão pode participar de audiências por videoconferência, consultar processos, falar com servidores do Judiciário e acessar serviços eletrônicos, mesmo sem computador, internet ou familiaridade com tecnologia em casa.
As unidades são instaladas, em geral, em espaços cedidos por parceiros, como prefeituras e outras instituições públicas, garantindo atendimento local, seguro e assistido.
Com 59 unidades em funcionamento, Mato Grosso é hoje o terceiro estado do Brasil com mais PIDs, alcançando 99% da população. O modelo tem sido essencial em um cenário em que, embora a maioria dos brasileiros tenha acesso à internet, apenas uma parcela possui conectividade adequada para utilizar serviços digitais de forma plena.
Serviço:
Inauguração do Ponto de Inclusão Digital de Nova Nazaré
Local: Avenida Principal, s/n, Centro
Data: 13 de janeiro de 2026

Autor: Adellisses Magalhães

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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