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Novo marco: Ministério da Justiça e Segurança Pública torna-se Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação

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Brasília, 3/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, assinou nesta terça-feira (2) a portaria Nº 1176/2026 que reconhece o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) como uma Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT). A medida amplia os instrumentos de atuação da pasta, possibilitando a celebração de novas parcerias, o acesso a recursos públicos e, principalmente, a produção de conhecimento e inovação para o país.

Com o reconhecimento como ICT, o MJSP poderá desenvolver pesquisas e estudos voltados à transformação de conhecimento e análise de dados em soluções concretas para a sociedade.

Segundo o ministro Wellington César Lima e Silva, a portaria representa um “avanço institucional” que contribuirá para ampliar os resultados do ministério no combate ao crime organizado, na proteção da cidadania e dos direitos do consumidor, além da gestão do sistema penitenciário federal.

“Como ICT, o Ministério da Justiça e Segurança Pública poderá acessar novas fontes de recursos públicos, além do orçamento direto, por meio de parcerias voltadas ao desenvolvimento de soluções práticas para desafios nas áreas de segurança pública, proteção ao consumidor e administração penitenciária. Sem dúvidas, avançaremos, com segurança jurídica, para um novo patamar de inovação tecnológica na proteção da cidadania”, analisa o ministro.

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Benefícios do reconhecimento como ICT

Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) são organizações dedicadas à pesquisa científica ou tecnológica e ao desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos com impacto social.

Regidas pela Lei nº 10.973/2004, as ICTs possuem respaldo legal para celebrar acordos de parceria com instituições públicas e privadas para a realização de atividades conjuntas de pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e inovação.

A flexibilidade para firmar parcerias institucionais foi destacada pelo Secretário-Executivo do MJSP, Ademar Borges, como um dos principais benefícios da medida.

“Temos um capital humano de excelência em nosso quadro de servidores e uma capacidade diferenciada de gerar e administrar dados. Isso será decisivo para as integrações e parcerias que iremos propor a partir desse reconhecimento”, afirma Ademar Borges.

Possibilidades de atuação como ICT

Entre as atividades que poderão ser desenvolvidas pelo MJSP como ICT, destacam-se:

licenciamento de patentes e tecnologias desenvolvidas;

celebração de contratos de transferência de tecnologia;

recebimento de remuneração pela exploração de ativos intelectuais;

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criação de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs);

obtenção de incentivos fiscais para ferramentas de inovação;

participação em redes, programas e estratégias nacionais de inovação;

concessão de bolsas a pesquisadores envolvidos em projetos de inovação;

compartilhamento de infraestrutura, como laboratórios, equipamentos e instalações.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MME abre consulta pública sobre concessões de hidrelétricas vencidas e vincendas

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O Ministério de Minas e Energia (MME) colocou em consulta pública a Nota Técnica com as diretrizes para os processos de licitação e prorrogação das outorgas de usinas hidrelétricas, considerando as mudanças promovidas pela Lei nº 15.269/2025, que institui o novo marco regulatório do setor elétrico. Publicada na edição extra do Diário Oficial da União desta terça-feira (22/09), a iniciativa busca receber contribuições de agentes do setor e da sociedade sobre as vantagens e desvantagens de cada alternativa para as concessões de geração de energia elétrica vencidas e vincendas.

As contribuições vão subsidiar a elaboração de um ato  destinado a estabelecer um mecanismo padronizado e previsível para o tratamento desses ativos, ampliando a segurança jurídica e a transparência dos processos. A Nota Técnica analisa os possíveis arranjos para as outorgas de geração hidrelétrica, considerando a evolução do marco legal e a competência do poder concedente para definir entre a realização de licitação e a prorrogação das concessões.

Entre as diretrizes propostas estão parâmetros de onerosidade das outorgas, alocação de riscos, recálculo da garantia física, definição de prazos contratuais, metodologia de cálculo do valor da outorga e eventual ressarcimento de bens reversíveis pelo Valor Novo de Reposição (VNR). O documento também aborda questões relacionadas à segurança de barragens, modernização das usinas, prestação de serviços e adequação ambiental e regulatória.

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A proposta contempla ainda diretrizes para o regime de Produção Independente de Energia (PIE). Diante da proximidade do vencimento de outorgas previsto para 2026 e 2028, o MME também apresenta soluções de curtíssimo prazo para evitar situações de operação precária e garantir a continuidade e a regularidade da geração de energia elétrica.

Interessados em participar poderão enviar suas contribuições até o dia 23 de outubro, por meio do portal de consultas públicas do MME e da plataforma Brasil Participativo.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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