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Novo viaduto elimina espera por trens, aumenta segurança e melhora circulação na Baixada Fluminense

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O ministro dos Transportes, George Santoro, entregou nesta quinta-feira (18) o viaduto Roberto Mattos Costa, conhecido como Betão de Madureira, em São João de Meriti (RJ). Com aporte de R$ 62 milhões, a estrutura atende a uma demanda aguardada há décadas pelos moradores, que conviviam com os reflexos da operação ferroviária sobre os deslocamentos no município.

Os moradores comemoram a entrega da obra e destacam os ganhos para a segurança viária. “O viaduto trará mais proteção para os moradores, principalmente para as crianças, pois aqui ocorrem muitos acidentes envolvendo motos no cruzamento e nas cancelas. Com o viaduto e as rotatórias, esses casos tendem a diminuir”, afirma a empresária Roberta Pinheiro.

A intervenção melhora a conexão entre diferentes regiões da cidade e garante mais fluidez ao trânsito, segurança e acessibilidade para quem circula.

Segundo George Santoro, o projeto receberá R$ 200 milhões em investimentos ao longo de todas as etapas, sendo R$ 62 milhões destinados à construção do viaduto. As próximas fases, que incluem obras de urbanização, serão executadas até o próximo ano.

“São João de Meriti é a cidade com a maior concentração populacional por metro quadrado do país, por isso, um investimento desse tamanho é muito importante. Temos feito um trabalho muito relevante e chegamos aqui hoje para inaugurar esse viaduto tão necessário para a cidade”, afirmou o ministro.

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Agora, quase meio milhão de pessoas que vivem em São João de Meriti, conforme a última estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), deixam de enfrentar os períodos de espera provocados pela passagem dos vagões. Com a intervenção no cruzamento entre a Via Dutra (BR-116) e a Via Light (RJ-081), a circulação passa a ocorrer de forma mais ágil e sem a necessidade de interromper o trânsito por conta da ferrovia.

Junto à nova estrutura, também foram implantadas duas rotatórias de acesso à Avenida Tancredo Neves, em direção a São Paulo, e à Avenida Ana Brito da Silva, rumo ao Rio de Janeiro, além de faixa de pedestres e ciclofaixa que será integrada com a futura ciclovia da Baixada Fluminense, ampliando a mobilidade urbana do município.

“Este viaduto traz a marca do desenvolvimento. O entendimento que tivemos foi importante porque os moradores daqui precisam de uma infraestrutura que contribua para a qualidade de vida e ofereça mais segurança às nossas crianças”, afirmou.

Investimento ferroviário

As obras executadas fazem parte do plano de investimentos previsto na renovação da concessão da MRS Logística. Pelo trecho ferroviário, a empresa transporta, principalmente, contêineres, insumos siderúrgicos, materiais para a construção civil, minério de ferro e produtos agrícolas destinados aos principais portos da região Sudeste.

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“Essa é a segunda inauguração que fizemos no Rio de Janeiro. E nada disso seria possível sem o aporte e os acordos que firmamos com o Governo do Brasil para que pudéssemos usar o recurso da outorga nessas obras. Esses recursos não são só da MRS, também são do Governo do Brasil colocados aqui”, afirmou o diretor de Relações Institucionais da MRS, Gustavo Bambini.

A MRS administra uma malha de 1.643 quilômetros nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

O secretário nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, pontua que o novo viaduto trará mais segurança para a população. “Hoje é um dia muito importante para Meriti. O presidente Lula está priorizando a operação ferroviária com segurança para a sociedade com essa obra de grande impacto para o dia a dia das pessoas. A ferrovia não é só para transportar carga, é para trazer desenvolvimento e emprego com bem-estar”

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Operação com apoio do Ciberlab prende grupo investigado por golpe em idosos com falsa identidade policial

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Goiânia, 18/6/2026 – A Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagrou, nesta quinta-feira (18), a Operação Tríade, destinada ao combate de uma associação criminosa especializada na prática de fraudes eletrônicas contra pessoas idosas. A iniciativa contou com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), e da Polícia Civil de São Paulo (PCSP). Sete pessoas foram presas e sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

A apuração conduzida pelo Grupo de Repressão a Estelionatos e Outras Fraudes (Gref), da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), analisa a atuação do grupo criminoso que utilizava falsa identidade policial para induzir vítimas a realizar movimentações financeiras sob o pretexto de proteção patrimonial.

Falsos policiais

O trabalho investigativo teve início após o registro de ocorrência envolvendo uma vítima idosa que passou a ser contatada por indivíduos que se apresentavam como policiais civis. Durante vários dias, os suspeitos mantiveram contato com a vítima por ligações telefônicas, videochamadas e encontros presenciais, convencendo-a de que estaria colaborando com uma suposta apuração sobre fraudes bancárias.

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Os criminosos acompanharam a vítima até instituições financeiras e orientaram a realização de operações bancárias que resultaram na transferência de recursos para contas controladas pelo grupo.

A investigação identificou a existência de uma estrutura criminosa organizada, composta por diferentes frentes de atuação. Entre elas, o grupo responsável pela engenharia social e abordagem das vítimas, o setor financeiro encarregado da movimentação dos valores obtidos ilicitamente e a estrutura dedicada à gestão de contas bancárias utilizadas para recebimento, circulação e ocultação dos recursos provenientes das fraudes.

Análises bancárias, telemáticas e telefônicas apontaram atuação coordenada dos investigados em diferentes municípios do estado de São Paulo, com utilização de múltiplas contas bancárias e recursos tecnológicos destinados a dificultar a identificação dos autores e a rastreabilidade dos valores.

As apurações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos e a continuidade das diligências para identificação de possíveis novas vítimas e de outros integrantes da organização criminosa.

“Esta operação demonstra o compromisso da Polícia Civil de Goiás no combate às fraudes eletrônicas que vitimizam especialmente pessoas idosas. Ressalto a importância do apoio do Ciberlab, cuja atuação integrada foi fundamental para o planejamento e a deflagração da operação, fortalecendo a cooperação entre as forças de segurança e ampliando a capacidade de enfrentamento ao crime organizado digital”, afirmou a delegada responsável pelo caso, Lara Soares de Castro.

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Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, estelionato eletrônico qualificado praticado contra pessoa idosa e lavagem de dinheiro. Consideradas as penas máximas previstas para os principais delitos apurados, as sanções podem alcançar até 29 anos de reclusão, além de multa.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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