Mato Grosso

Obras do Complexo Leblon vão desafogar o trânsito no entorno da Trincheira Jurumirim

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O Governo de Mato Grosso está executando as obras do Complexo Viário do Jardim Leblon, que envolvem uma série de intervenções no entorno da Trincheira Jurumirim, na Avenida Miguel Sutil. O objetivo é resolver os gargalos registrados nas duas extremidades da trincheira e melhorar o fluxo na região. O valor investido na obra é de R$ 78,1 milhões.

Confira as principais intervenções:

1) Duplicação da Rua Boa Vista

A Rua Boa Vista, que liga o bairro Jardim Leblon à Avenida Archimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho), será duplicada. Com isso, motoristas que desejam acessar a Avenida Miguel Sutil a partir da Archimedes Pereira Lima deverão utilizar esse novo caminho, inclusive com possibilidade de entrada direta na Trincheira Jurumirim.

A duplicação deve aliviar o trânsito dentro do Jardim Leblon, especialmente na rua 8 de Janeiro e na Avenida dos Trabalhadores.


2) Nova trincheira na rotatória da Rua Boa Vista

Será construída uma nova trincheira na altura da Rua Boa Vista, no ponto onde hoje há uma rotatória. A trincheira será implantada apenas no sentido Coxipó – Rodoviária da Avenida Miguel Sutil.

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Com isso, quem seguir pela Miguel Sutil poderá passar por baixo, sem necessidade de parar no semáforo. A pista superior será utilizada apenas por quem deseja acessar a Rua Boa Vista.

No sentido contrário (Rodoviária – Coxipó), não haverá alteração, mas quem quiser acessar a Archimedes Pereira Lima, a partir da Rua Boa Vista, utilizará o retorno na parte superior, eliminando o cruzamento que hoje causa congestionamentos.

3) Pequeno elevado no fim da Trincheira Jurumirim

Será construído um pequeno elevado próximo ao fim da Trincheira Jurumirim, no sentido Coxipó – Rodoviária. A estrutura permitirá que motoristas que vêm de dentro da trincheira acessem diretamente a Avenida do CPA.


Hoje, esse acesso exige passar pela parte superior e atravessar duas rotatórias. Com o novo elevado, os veículos seguirão por baixo da pista, evitando conflitos com o tráfego da superfície.

4) Alargamento do viaduto sobre a Avenida do CPA

O viaduto da Avenida Miguel Sutil sobre a Avenida do CPA está sendo alargado dos dois lados, com a implantação de uma terceira faixa. A ampliação permitirá a integração das duas pistas da trincheira com a do novo elevado, sem causar estrangulamentos no tráfego.

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5) Túnel na Rua Desembargador Trigo Loureiro

Atualmente, motoristas que seguem pela Avenida do CPA, no sentido Bairro–Centro, precisam usar um retorno em frente ao Hotel Taiamã para acessar a Avenida Miguel Sutil no sentido Coxipó – ponto de frequente congestionamento.

Esse retorno será desativado. O acesso à Miguel Sutil passará a ser feito exclusivamente pela via ao lado da Academia Smart Fit, que levará ao novo túnel construído na altura da Rua Desembargador Trigo Loureiro.


Além disso, um pequeno elevado será implantado nesse ponto para separar os fluxos de veículos que saem do túnel e os que desejam acessar a Avenida do CPA, próximo à sede da Polícia Federal.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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