Economia

Observatório do Gás Natural revela gargalos e oportunidades do setor no Brasil

Publicado

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Movimento Brasil Competitivo (MBC), em parceria com o Ministério de Minas e Energia (MME) e a Fundação Getulio Vargas (FGV), convidam para o lançamento nesta segunda-feira (25) do Observatório do Gás Natural. A plataforma inédita oferece um raio-x completo da cadeia do gás natural no Brasil, reunindo informações para promover transparência, apoiar políticas públicas e acelerar a concorrência.

Os dados revelam que, apesar dos avanços do setor, a competição ainda não atingiu o consumidor final e os preços continuam elevados. O painel vai apresentar os gargalos que persistem, como as barreiras regulatórias, operacionais e de infraestrutura. A plataforma, a primeira do tipo no país, será atualizada periodicamente para fornecer informações estratégicas para decisões técnicas e políticas.

Por gentileza, confirme presença da equipe por e-mail ou pelo WhatsApp: (11) 91229-5797.

Painelistas

  • Rogério Caiuby – Conselheiro Executivo do MBC

  • Andrea Macera – Secretária de Política Regulatória e Competitividade do MDIC

  • Marcello Weydt – Diretor do Departamento de Gás Natural do MME

  • Vinícius Benevides – Presidente da Abar (Associação Brasileira de Agências de Regulação)

  • Diogo Lisbona – Pesquisador da FGV CERI

  • Jefferson Gomes – Diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI

Leia mais:  Portal Único de Comércio Exterior já conta com a adesão de todos os órgãos anuentes

Serviço

  • Data: Segunda-feira, 25 de agosto de 2025

  • Horário: 9h30

  • Local: Observatório Nacional da Indústria, CNI – Brasília

  • Confirme presença da equipe por e-mail ou pelo WhatsApp: (11) 91229-5797.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Comentários Facebook
publicidade

Economia

MDIC e Unicopas firmam acordo para impulsionar bioindustrialização e fortalecer cooperativas brasileiras

Publicado

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV), firmou um Acordo de Cooperação com a União Nacional das Organizações Cooperativistas Solidárias (Unicopas), em cerimônia realizada na sede da pasta, em Brasília.

O documento foi assinado pela secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria, Júlia Cruz, e pelo presidente da entidade, Gervásio Plucinski, na manhã de terça-feira (28/04).

A iniciativa tem como principal objetivo fortalecer e promover a bioindustrialização nas cooperativas, com foco na agregação de valor às cadeias produtivas do campo e da floresta em todos os biomas brasileiros. A parceria prevê a estruturação de uma base estratégica de dados e diagnósticos sobre o perfil produtivo e institucional dessas organizações, além de ações voltadas à capacitação técnica e ao aprimoramento do ambiente regulatório.

Segundo a secretária Júlia Cruz, o acordo reforça o papel do cooperativismo como instrumento de desenvolvimento sustentável e inclusão social. “O acordo de cooperação técnica com a Unicopas é estratégico para fortalecer cadeias produtivas sustentáveis, agregando valor na origem e promovendo inclusão social por meio do cooperativismo”, afirmou. Ela destacou ainda a importância de ouvir diretamente os beneficiários das políticas públicas: “O Acordo firmado assegura que as políticas públicas da SEV sejam construídas a partir das necessidades reais das cooperativas, ouvindo diretamente quem está na ponta”.

Leia mais:  Brasil registra corrente de comércio de US$ 12,5 bi na segunda semana de novembro

O presidente da Unicopas, Gervásio Plucinski, destacou o caráter simbólico do acordo para o cooperativismo solidário e o avanço das cooperativas no campo produtivo. “A assinatura deste Acordo de Cooperação com o MDIC é muito simbólica para a Unicopas. Ela reforça que o cooperativismo solidário está cada vez mais presente e atuante nas áreas de indústria e comércio. Nossas cooperativas vêm evoluindo, em diferentes estágios, e este acordo reconhece esse avanço, especialmente para aquelas que já atuam na industrialização e na comercialização. Essa parceria com um ministério de grande relevância fortalece ainda mais esse caminho e amplia nossas possibilidades de atuação”, afirmou.

O acordo está estruturado em três eixos principais. O primeiro trata do diagnóstico e da produção de informações estratégicas, com ações como compartilhamento de dados, criação de um portal público e elaboração de análises sobre gargalos produtivos, tecnológicos e de mercado. O segundo eixo foca na capacitação e assistência, incluindo trilhas formativas voltadas à governança, acesso a mercados, transformação digital e financiamento, em parceria com instituições como Apex, Sebrae e BNDES. Já o terceiro eixo prevê o aprimoramento dos marcos legais e normativos, com a identificação de barreiras regulatórias e a proposição de melhorias para ampliar o acesso das cooperativas a políticas públicas e mercados.

Leia mais:  Empresários brasileiros conversam com Alckmin sobre oportunidades e desafios na Índia

A parceria tem abrangência nacional e prioriza cooperativas que atuam nas cadeias produtivas dos biomas brasileiros, especialmente aquelas ligadas à bioeconomia e à produção sustentável no campo e na floresta.

O Acordo também está alinhado às diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB), política que orienta o desenvolvimento industrial do país. Na Missão 1, a NIB busca impulsionar cadeias agroindustriais sustentáveis, enquanto a Missão 5 enfatiza o uso inovador da biodiversidade e o fortalecimento da bioeconomia, com metas de ampliação do uso sustentável dos recursos naturais até 2026 e 2033.

Entre os resultados esperados da cooperação estão a criação de uma base integrada de dados sobre cooperativas da bioindústria, a produção de um diagnóstico nacional para orientar políticas públicas, o fortalecimento da governança dessas organizações e a ampliação do acesso a mercados, inclusive internacionais. A iniciativa também pretende contribuir para a melhoria do ambiente regulatório e para o reconhecimento institucional das cadeias produtivas dos biomas brasileiros.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana