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Participantes da COP15 visitam BioParque Pantanal, maior aquário de água doce do mundo

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Participantes da 15ª Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS, na sigla em inglês) realizaram neste sábado (28/3) visita técnica ao BioParque Pantanal para conhecer de perto a biodiversidade brasileira e as iniciativas de conservação no Mato Grosso do Sul. O complexo, localizado no Parque das Nações Indígenas, impressionou delegadas e delegados de diversos países por sua capacidade de unir educação ambiental e pesquisa de ponta.

Com 21 mil metros quadrados e projetado pelo arquiteto Rui Ohtake, o BioParque abriga 5 milhões de litros de água e 453 espécies de animais. Mais do que um ponto turístico, o espaço funciona como um centro estratégico de conservação. Dos 239 tanques, 168 são dedicados exclusivamente à pesquisa científica.

O trabalho do Centro de Conservação de Peixes Neotropicais (CCPN) foi um dos pontos altos da visita. O BioParque já registrou 330 reproduções de animais, sendo 27 inéditas para a ciência mundial e 15 inéditas para o Brasil. Entre os sucessos reprodutivos estão seis espécies em perigo de extinção, reforçando o papel do aquário como um “seguro biológico” para a fauna pantaneira e neotropical.

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“É fundamental aproximarmos temas como este das pessoas. Ver um olhar ecossistêmico como o do BioParque é muito importante diante das ameaças que as espécies migratórias enfrentam”, avaliou a representante do Serviço Agrícola e Pecuário do Chile, Paola Rossi.

Educação e Cultura

“É uma iniciativa que deve ser aplaudida de pé; uma forma fundamental de tratar a conservação da natureza no mundo”, celebrou Juliana Bosi de Almeida, representante da Manomet Conservation Sciences, que destacou também a importância de mostrar as riquezas brasileiras aos diplomatas e cientistas.

O BioParque Pantanal, que já recebeu mais de 1 milhão de visitantes desde sua abertura em 2022, consolida-se como um polo de conhecimento ambiental na América Latina.

A COP15 da CMS encerra oficialmente suas atividades em Campo Grande (MS) neste domingo (29/3).

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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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