Mato Grosso

Polícia Civil recupera 33 cabeças de gado furtadas de propriedade rural em Cocalinho

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Trinta e três cabeças de gado da raça nelore, furtadas de uma fazenda no município de Cocalinho, foram recuperadas pela Polícia Civil, foram recuperadas pela Polícia Civil, na quarta-feira (20.5), em outra propriedade rural no município de Araguaiana.

A recuperação das cabeças de gado, sendo 30 machos e três fêmeas, avaliados em mais de R$ 100 mil, ocorreu dentro de ação integrada realizada pelas equipes da Delegacia de Cocalinho, Delegacia de Água Boa com apoio da Polícia Militar dos municípios de Nova Nazaré e Araguaiana e do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT).

As investigações iniciaram no dia 13 de maio, logo após o gerente da fazenda procurar a Delegacia de Cocalinho para registrar boletim de ocorrência, relatando o furto de gado na propriedade. Nos dias 18 e 19 de maio a intensa troca de informações entre as equipes envolvidas permitiu apurar que os animais foram subtraídos no município de Cocalinho e transportados até o município de Nova Nazaré.

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No município, mediante novos atos ilícitos, o rebanho recebeu aparência de licitude e foi comercializado, sendo em seguida transportado até o município de Araguaiana. De posse dessas informações, no dia 20 de maio de 2026, a equipe de investigação da Delegacia de Cocalinho deslocou-se até o município de Araguaiana, ocasião em que os animais foram localizados em propriedade rural no município, sendo reconhecidos pelas vítimas.

Segundo o delegado de Cocalinho, Carlos Alberto Silva, as investigações apontam que os animais foram adquiridos por terceiros de boa-fé. “Diante da circunstância foi formalizada a apreensão dos bens e constituição de depósito em favor de pessoa idônea, até ulterior deliberação da autoridade competente”, explicou o delegado.

Conforme o delegado, o resultado positivo da investigação, conduzida pela Polícia Civil, somente foi possível graças à atuação integrada e colaborativa das instituições envolvidas. Entre os trabalhos realizados, o Núcleo da Polícia Militar de Nova Nazaré prestou apoio presencial às diligências realizadas e município e contribuiu de forma decisiva com a troca de informações que possibilitou o rastreamento do rebanho.

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Já o Núcleo da Polícia Militar de Araguaiana desempenhou papel fundamental nas diligências que culminaram com a efetiva localização dos animais. O Indea-MT contribuiu com o fornecimento de informações institucionais que se mostraram determinantes para o rastreamento e a localização do rebanho subtraído.

A Delegacia de Polícia Civil de Cocalinho, responsável pela condução das investigações, coordenou todas as diligências empreendidas, procedeu ao levantamento de informações sobre os suspeitos da prática criminosa, identificou os sucessivos destinos do rebanho subtraído e conduziu pessoalmente as diligências no município de Araguaiana. que resultaram na apreensão dos animais.

As investigações seguem em andamento para identificar e responsabilizar os autores e outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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