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Polícia Federal deflagra operação nacional contra tráfico, facções e lavagem de dinheiro em 16 estados

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Brasília, 12/5/2026 – A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (12), a Operação Força Integrada II, ação coordenada que mobiliza as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos), criadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em parceria com instituições estaduais e federais de segurança pública. A operação integra o programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado pelo Governo Federal também nesta terça-feira.

A ofensiva ocorre em 16 estados e tem como foco o combate ao tráfico de drogas e de armas, à atuação de facções criminosas, à lavagem de dinheiro e a outros crimes conexos. Ao todo, estão sendo cumpridos 165 mandados de busca e apreensão e 71 mandados de prisão nos estados do Espírito Santo, Ceará, Amapá, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Rio de Janeiro.

As ações desta etapa incluem operações contra estruturas financeiras de organizações criminosas, tráfico interestadual e internacional de drogas, comércio ilegal de armas, lavagem de capitais, crimes patrimoniais e captura de foragidos da Justiça. Também foram determinadas medidas de bloqueio e sequestro de bens no curso das investigações.

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A Operação Força Integrada II reforça o modelo de atuação das Ficcos, baseado em inteligência, integração institucional e descapitalização de organizações criminosas em diferentes regiões do país.

Criadas com base no conceito de força-tarefa, as Ficcos reúnem polícias civis, militares e penais, guardas municipais, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e secretarias estaduais de segurança pública, em ações coordenadas pela Polícia Federal. Atualmente, 39 unidades estão em funcionamento em todos os estados e no Distrito Federal.

*Com informações da Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Nacional

Paraná recebe Defensoras Populares e conclui implementação da iniciativa em dez estados

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Curitiba, 29/6/2026 – O projeto Defensoras Populares foi lançado no sábado (27), em Curitiba (PR), marcando a conclusão do ciclo de implementação em dez estados brasileiros. Promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a iniciativa fomenta a educação em direitos, amplia o acesso à Justiça e contribui para prevenir a violência de gênero por meio da formação de lideranças femininas em seus territórios.

O projeto integra o programa Antes que Aconteça, da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), e o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. Desenvolvido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tem como objetivo fortalecer as redes comunitárias de proteção e ampliar o acesso das mulheres aos serviços de Justiça e de assistência.

A cerimônia contou com a presença de deputadas federais, vereadoras, representantes do sistema de Justiça e do Governo Federal. Também participou da mesa de abertura a deputada federal e ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reforçando o compromisso interinstitucional no enfrentamento da violência contra as mulheres.

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O lançamento ocorreu em um contexto de agravamento da violência doméstica e familiar no estado. Segundo dados da Divisão de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do Paraná, mais de 70 mil denúncias foram registradas no último ano. No mesmo período, cerca de 32 mil medidas protetivas foram solicitadas. Embora os números tenham aumentado em relação ao ano anterior, especialistas apontam que esse crescimento também reflete uma maior disposição das vítimas em denunciar as agressões.

Para a secretária nacional de Acesso à Justiça do MJSP, Sheila de Carvalho, os indicadores reforçam a necessidade de fortalecer as redes de proteção e garantir que as mulheres conheçam seus direitos e os mecanismos disponíveis para romper o ciclo da violência.

“A violência contra as mulheres não é um problema privado, é uma grave violação de direitos humanos que exige respostas coletivas e permanentes do Estado e da sociedade”, enfatiza.

Ainda de acordo com a secretária, o crescimento das denúncias também mostra que mais mulheres estão encontrando caminhos para pedir ajuda, e o projeto Defensoras Populares nasce justamente para ampliar esses caminhos, formando mulheres que se tornam pontes de informação, acolhimento e acesso à Justiça em suas comunidades, afirma.

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Com a conclusão da implementação nos dez estados contemplados, o projeto consolidou uma estratégia nacional de prevenção baseada no fortalecimento de lideranças femininas, na promoção da cidadania e na construção de redes comunitárias capazes de identificar situações de violência, orientar mulheres sobre seus direitos e facilitar o acesso aos serviços de proteção.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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