Mato Grosso

Polícia Militar inicia período de adaptação para 179 alunos do 33º Curso de Formação de Soldados

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A Polícia Militar de Mato Grosso deu início, nesta segunda-feira (10.3), ao período de adaptação para 179 alunos que farão parte da turma do 33º Curso de Formação de Soldados (CFSD), da instituição. Os novos alunos soldados se apresentaram na Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Esfap-PMMT), em Cuiabá.

A turma é composta por 143 homens e 36 mulheres, aprovados no concurso público da Segurança Pública de Mato Grosso, realizado no ano de 2022. Os novos alunos foram chamados em janeiro deste ano, conforme anunciado pelo governador Mauro Mendes como uma das medidas do Programa Tolerância Zero ao Crime Organizado.

O comandante da Esfap, tenente-coronel Victor Lúcio do Prado, acompanhou a chegada e deu as boas vindas aos novos alunos. O comandante explicou a importância da formação e as etapas que os novos soldados passarão durante todo o curso, dentro da formação.

“É uma honra ter os senhores se juntando à nossa família de Polícia Militar e saibam que todos são muito bem vindos na nossa escola de formação. O caminho até a formatura não será fácil, mas contará com muito aprendizado, capacitação de técnicas aprimoradas e ensinamentos com equipamentos modernos, para que todos possam sair daqui prontos para prestarem toda a defesa da nossa sociedade e ajudar a manter a tolerância zero ao crime, em nosso Estado”, completou.

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Os alunos foram divididos em oito pelotões, que serão os grupos de trabalho durante a formação. O curso terá início oficial no mês de abril, com previsão de duração de 10 meses, com 1.850 horas/aulas, dentro de 40 disciplinas e estágio prático supervisionado.

Curso de Formação de Soldados

Os novos soldados da Polícia Militar de Mato Grosso passam por um curso de formação para estarem aptos a atuarem nas ruas. A última edição do curso, finalizada em abril de 2024, formou 509 soldados, que atualmente prestam serviços reforçando o efetivo militar nas cidades do interior do Estado.


Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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