Mato Grosso

Polícia Militar prende quatro pessoas por tráfico de drogas e estelionato em Várzea Grande

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Policiais Militares do 4º Batalhão prenderam uma mulher, de 29 anos, e três homens, com idades entre 18 e 30 anos, pelos crimes de tráfico ilícito de drogas e estelionato, na noite desta quarta-feira (18.3), em Várzea Grande. Com os suspeitos, foram recolhidas 92 porções de maconha, pasta base e cocaína, e 30 chips de celulares utilizados para golpes em um site de vendas.

Durante policiamento ostensivo pelo complexo José Carlos Guimarães, os policiais do Grupo de Apoio (GAP) flagraram uma mulher em atitude suspeita em frente a um condomínio. A suspeita, ao perceber a presença militar, jogou um objeto no chão e tentou fugir. Em seguida foi abordada.

Na ação, os militares localizaram oito porções de cocaína. Questionada sobre a droga, ela relatou que tinha escondido uma quantidade de entorpecentes em uma região de mata, a qual não foi encontrada. Em buscas em sua residência, a equipe localizou 15 porções de pasta base e 20 porções de cocaína.

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Em relato à PM, a detida ainda indicou outros suspeitos que estavam aguardando um recebimento de mais quantidades de drogas na mesma região. A equipe se deslocou até o local indicado e flagrou dois homens, que tentaram fugir, ao ver a viatura.

Durante a abordagem, com o primeiro suspeito foram encontrados 10 porções de pasta base e 18 porções de cocaína, além de material de preparo. Com o segundo suspeito, foram localizadas mais 20 porções de pasta base.

Na sequência, os homens mencionaram aos policiais sobre um outro envolvido, responsável pelo armazenamento do material ilícito. A equipe se deslocou a um novo endereço e localizaram o suspeito na residência, que tentou fugir e quebrar o celular.

Nas buscas no imóvel, os militares localizaram uma porção de maconha e identificaram que a residência é utilizada como uma central de golpes de um site de vendas. A equipe encontrou diversos chips e aparelhos celulares utilizados no crime.

Diante dos fatos, todos os envolvidos foram encaminhados para a delegacia, para as providências que o caso requer.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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