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Preços do Café caem aos níveis mais baixos em mais de seis meses com otimismo sobre safra brasileira

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Cotações internacionais registram queda acentuada

As cotações do café registraram recuo significativo no mercado internacional na última semana, atingindo os níveis mais baixos em mais de seis meses. O arábica na Bolsa de Nova York e o robusta na Bolsa de Londres sofreram quedas expressivas, pressionados por expectativas de melhora na oferta global, sobretudo com o aumento do otimismo em relação à safra brasileira de 2026.

Entre os dias 12 e 19 de fevereiro, o café arábica para o contrato de maio na Bolsa de Nova York caiu de 297,45 para 285,40 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 4%. Na Bolsa de Londres, o café robusta para maio recuou de US$ 3.765 para US$ 3.620 por tonelada, baixa de 3,8%.

O aumento recente nos estoques certificados da NYSE trouxe alívio aos operadores, reduzindo a percepção de aperto na oferta, mas o mercado permanece volátil e sujeito a correções de acordo com notícias fundamentais e oscilações do dólar.

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Fatores que influenciam a queda: safra brasileira e clima favorável

No Brasil, o mercado acompanha atentamente o clima nas regiões produtoras e as estimativas privadas e oficiais para a safra de 2026. A perspectiva é de uma grande colheita, com chuvas mais frequentes e distribuição uniforme no cinturão cafeeiro, aumentando o otimismo de produtores e investidores.

O feriado de Carnaval também contribuiu para a lentidão nas negociações internas, reduzindo o ritmo de comercialização nos últimos dias e reforçando o efeito da queda internacional sobre os preços domésticos.

Exportações do Vietnã fortalecem oferta global

O aumento das exportações de robusta do Vietnã trouxe maior tranquilidade ao mercado global. Em janeiro de 2026, o país exportou 198 mil toneladas, alta de 38% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados oficiais do governo vietnamita.

Essa expansão na oferta global ajuda a reduzir a pressão sobre os preços internacionais, equilibrando o mercado em meio à expectativa de safra recorde no Brasil.

Impacto no mercado físico brasileiro

No mercado interno, a semana foi marcada por baixa liquidez devido ao feriado prolongado e à queda das cotações internacionais.

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Entre os dias 12 e 19 de fevereiro:

  • O café arábica bebida no Sul de Minas Gerais recuou de R$ 1.930,00 para R$ 1.910,00 por saca, queda de 1%.
  • O conilon tipo 7, em Vitória/ES, caiu de R$ 1.080,00 para R$ 1.045,00 por saca, baixa de 3,2%.

A forte queda das bolsas internacionais na terça-feira de Carnaval exigiu ajustes no mercado brasileiro, que precisou recuperar parte das perdas nos dias seguintes, refletindo a correlação direta entre preços externos e internos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pescado na mesa, saúde no prato: lançamento da Semana do Pescado

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De 1º a 15 de setembro será realizada a Semana do Pescado 2026. Criada em 2003 pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a iniciativa se firma como uma forma de incentivar o consumo de peixes, crustáceos e moluscos em todo o Brasil. Também tem o objetivo de valorizar o empreendedorismo pesqueiro. 

“Nós precisamos universalizar o consumo do pescado no Brasil. O setor produtivo está muito organizado. São pescadores, armadores, feiras e empresas que envolvem essa cadeia. O pescado brasileiro precisa estar na nossa mesa. Que a nossa população possa consumir o pescado que é altamente nutritivo”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo. 

A Campanha propõe que as pessoas criem o hábito de incluir o consumo do pescado ao menos uma vez por semana. A mobilização envolve as entidades: Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Comércio (CNC), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Associação Brasileira de Fomento ao Pescado (Abrapes), Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP) e Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC). 

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Pilares da Campanha:

– Saúde: foco técnico no bem-estar e nutrição;

– Curiosidade: descoberta de novas espécies e preparos.

– Prazer: a gastronomia como experiência de celebração e

– Hábito: consistência na rotina alimentar brasileira.

Segundo o Painel Unificado do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), no Brasil, há 1.776.366 pescadores, 35.442 aquicultores, 4.018 armadores, 1.069 empresas pesqueiras e 25.533 embarcações de pesca.

 

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura 

[email protected] 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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