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Prêmio “Antes que Aconteça”: inscrições abertas até 12 de abril

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Brasília, 31/3/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), está com inscrições abertas, até 12 de abril, para o prêmio Antes que Aconteça, que valoriza iniciativas que ampliam o acesso das mulheres à Justiça em todo o Brasil.

O prêmio reconhece projetos que promovem a Justiça e geram impacto concreto na vida de mulheres em todo o Brasil, oferecendo visibilidade e apoio financeiro às iniciativas.

Ao todo, serão oito categorias temáticas:
• Independência que protege
• Ação em rede
• Justiça perto de quem precisa
• Justiça que acolhe mulheres
• Reparação para elas
• Inovação para proteger
• Crescer sem violência
• Organizações que constroem igualdade

A secretária da Saju, Sheila de Carvalho, destaca que “o acesso à Justiça para as mulheres não pode ser privilégio, mas sim garantia concreta, em cada território, para cada realidade. O Prêmio Antes que Aconteça nasce para reconhecer quem já está fazendo esse trabalho na ponta e para afirmar, com clareza, que prevenir a violência é uma responsabilidade coletiva e inadiável.”

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As propostas vencedoras receberão prêmios de R$ 50 mil a R$ 200 mil, destinados a fortalecer e ampliar o impacto das ações. Podem participar empresas privadas, órgãos públicos, instituições do sistema de Justiça e organizações da sociedade civil, reforçando que o enfrentamento da violência é um compromisso coletivo.

As inscrições devem ser feitas pelo site oficial do prêmio.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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