Ministério Público MT

Projeto percorre 1.350 km para falar sobre abuso sexual e bullying

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Comprometido com o propósito de se aproximar cada vez mais da sociedade, o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Projeto Prevenção Começa na Escola, que promove intervenções culturais e a apresentação da peça teatral “Inocentes Pétalas Roubadas”, tem percorrido o estado para falar sobre combate ao abuso sexual infantil, bullying e proteção ao patrimônio público escolar. Dessa vez, o projeto chegou a Santa Terezinha, localizada a 1.350 km de Cuiabá, onde 470 alunos da Escola Estadual Santa Terezinha, Escola Estadual Dagmar Bastos e da Creche Municipal Santa Terezinha assistiram à peça na sexta-feira (13 de abril). O projeto é desenvolvido pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente. Encenada pela Companhia Vostraz, a iniciativa inclui, além da peça teatral, a realização de minipalestras conduzidas por integrantes da rede de proteção à criança e ao adolescente nas unidades escolares. De acordo com a secretária municipal de Educação, Telma Bezerra Pires, a peça foi muito bem recebida pelos alunos, desde os pequenos até os maiores. “Estávamos um pouco receosos se eles iriam prestar atenção, principalmente os maiores, que é mais difícil chamar a atenção para esses temas. Mas a peça foi incrível, conseguiu prender a atenção deles do início ao fim. Uma ação extremamente produtiva. Excelente a iniciativa do Ministério Público. Deixamos aqui nossos agradecimentos.” Para o procurador de Justiça, Paulo Roberto Jorge do Prado, coordenador do projeto, a maneira como a peça tem sido recebida pelo público escolar em todos os municípios visitados reforça que é preciso mudar paradigmas para atingir o público desejado. “Nós precisamos nos adequar às novas realidades, precisamos falar uma linguagem que as crianças e adolescentes entendam. Temos que ver resultado em nosso trabalho. Não podemos fazer por fazer; é preciso atingir objetivos. Acredito que o teatro aproxima as pessoas, levando informações importantes de maneira lúdica.” Histórico Entre os dias 19 de março e 14 de junho deste ano, o projeto percorreu 26 municípios, totalizando 15.500 quilômetros rodados. Nesse período, foram realizadas 54 apresentações da peça “Inocentes Pétalas Roubadas”, alcançando um público estimado de 21 mil pessoas da comunidade escolar. O elenco conta com: Maicon D’Paula, diretor da Cia. Vostraz, e os atores Jorge Fernandez, Malu Puertas, Safiri Viscony e Fernanda Acosta.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Escola Institucional lança projeto sobre IA nesta sexta-feira em Cáceres

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), em parceria com o Centro de Apoio Operacional de Defesa de Dados Pessoais e Inteligência Artificial (CAOIA), lança, nesta sexta-feira (28), o projeto “Diálogos com a Inteligência Artificial – Da rotina das Promotorias às soluções possíveis”. A ação passa a integrar a programação das reuniões de polo promovidas pela Procuradoria-Geral de Justiça, tendo como ponto de partida o encontro que será realizado em Cáceres (a 225 km de Cuiabá). A primeira edição será conduzida pelo promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto.A proposta é aproximar membros e servidores das principais ferramentas de inteligência artificial generativa disponíveis atualmente, demonstrando aplicações práticas voltadas à atividade ministerial e incentivando a cultura de inovação no âmbito institucional.Com formato itinerante, o projeto acompanhará as reuniões de polo realizadas em diferentes regiões do estado, oferecendo uma capacitação introdutória e prática sobre o uso responsável da inteligência artificial no contexto do Ministério Público. A expectativa é fomentar a troca de experiências, ampliar o conhecimento sobre as novas tecnologias e apresentar soluções capazes de contribuir para a produtividade, a organização das informações e o aperfeiçoamento das rotinas de trabalho.A programação abordará conceitos fundamentais da inteligência artificial generativa, o funcionamento dos modelos de linguagem de grande escala (LLMs), suas potencialidades e limitações, além de técnicas para elaboração de comandos e prompts mais eficientes. Os participantes também conhecerão ferramentas amplamente utilizadas no mercado, como Microsoft 365 Copilot, Claude, Gemini e NotebookLM, explorando recursos voltados à pesquisa, análise documental, elaboração e revisão de textos e criação de assistentes personalizados.A capacitação foi estruturada com foco na aplicação prática dos conhecimentos ao cotidiano das Promotorias de Justiça. Além da apresentação dos conceitos e ferramentas, os participantes realizarão atividades voltadas à resolução de demandas reais dos gabinetes, experimentando diferentes funcionalidades e identificando possibilidades de uso em tarefas recorrentes. Entre os temas previstos estão a sistematização de informações, a organização de estudos, a análise de documentos extensos e o desenvolvimento de soluções personalizadas para apoio às atividades institucionais.Conforme o coordenador do Ceaf, promotor de Justiça Caio Márcio Loureiro, além dos aspectos tecnológicos, o projeto dará destaque ao uso ético, crítico e seguro da inteligência artificial. Nesse sentido, a formação reforçará orientações sobre proteção de dados pessoais, sigilo funcional, confidencialidade das informações e a indispensável supervisão humana de todo conteúdo produzido com o auxílio dessas ferramentas, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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