Cuiabá

Ranalli pede ao governador que faça a recomposição salarial dos servidores estaduais:

Publicado

Antoniel Pontes – Assessoria do vereador Rafael Ranalli
Investigadores da Polícia Civil, que estão à frente da Associação da Segurança Pública e Privada de Mato Grosso – ASSEG/MT, foram recebidos pelo vereador Rafael Ranalli (PL) em seu gabinete na Câmara de Cuiabá e receberam apoio na luta pela recomposição salarial dos servidores públicos estaduais, estimada em mais de 20%, não paga desde 2017.&nbsp
Segundo os investigadores, a luta pela recomposição da Revisão Geral Anual (RGA) tem como metas básicas a recomposição do índice de perdas, a ser apontado pelo Dieese, e o estabelecimento de uma data-base para discussão salarial. Para isso, policiais ativos e aposentados esperam que o&nbsp governo estadual abra uma mesa de negociações e tenha flexibilidade nessa questão que envolve famílias.
“Estamos juntos nessa demanda de recomposição salarial. Sabemos que, num passado não muito distante, tivemos um prejuízo de quatro anos seguidos sem essa recomposição. Então, esperamos que o governador Mauro coloque o RGA dia. A. Se não o Mauro, buscaremos todos os candidatos ao governo no&nbsp ao Governo para fazer um compromisso de recompor o RGA&nbsp aos servidores públicos do Estado, não somente os policiais. Fica aqui meu apoio a vocês”, explica Ranalli.
Uma Proposta de Emenda Constitucional que trata da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos de Mato Grosso, de até 20%, tem sido debatida na Assembleia Legislativa. Diversos setores da sociedade se mobilizam para a conclusão da proposta.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

Leia mais:  Câmara registra mais de mil proposições e intensifica atuação das comissões permanentes em 2025

Comentários Facebook
publicidade

Cuiabá

Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

Publicado

Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

Leia mais:  Paula Calil comemora avanços na atualização da Lei do Silêncio em Cuiabá

No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

Leia mais:  Prefeito Emanuel Pinheiro entrega a nova EMEB Augusto Mário Vieira à comunidade do bairro Campo Verde

A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana