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Rondônia realiza etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho nos dias 17 e 18 de setembro

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) promove, nos dias 17 e 18 de setembro, em Porto Velho, a etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT). O evento será realizado na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Rondônia.

Com 1,8 milhão de habitantes, Rondônia registrou, no 1º trimestre de 2025, uma força de trabalho de 856 mil ocupados e uma baixa taxa de desocupação (3,1%), mas com alta informalidade (48,1%). A economia do estado, com PIB de R$ 58,17 bilhões (0,65% do nacional), é puxada principalmente pelos Serviços (64,2% do Valor Adicionado) e pela Agropecuária (20,7%). A renda média do trabalhador (R$ 3.011) está abaixo da média nacional, refletindo desafios como a baixa taxa de formalização (51,9%) e as desigualdades de gênero e raça.

“As etapas estaduais são fundamentais porque trazem para o centro da conferência a diversidade local e regional do país, garantindo que as propostas reflitam as realidades locais e fortaleçam o processo nacional de construção coletiva do trabalho decente”, destaca o secretário de Relações do Trabalho do MTE, Marcos Perioto, que coordena a comissão executiva da II CNT.

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A Conferência é um espaço democrático e tripartite que reúne representantes de trabalhadores, empregadores e governo para debater e construir diretrizes de promoção do trabalho decente. As propostas aprovadas em Rondônia serão levadas para a etapa nacional, prevista para março de 2026, em São Paulo.

Programação:

  • 17 de setembro – abertura oficial
  • 18 de setembro – debates e definição de propostas

Serviço:

II Conferência Nacional do Trabalho – Etapa Estadual Rondônia

Data: 17 e 18 de setembro de 2025

Local: OAB Rondônia – Rua Paulo Leal, 1300 – N.S. das Graças – Porto Velho – RO 

Mais informações: https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/conferencia-nacional-do-trabalho/conferencia-nacional-do-trabalho-cnt/

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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