Mato Grosso

Rotam prende trio com 38 tabletes de maconha em Várzea Grande

Publicado

Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam duas mulheres e um homem por associação para tráfico de drogas, na noite desta sexta-feira (09.08), em Várzea Grande. Com a quadrilha, foram apreendidos 38 tabletes de maconha e porções de outros entorpecentes.

Durante patrulhamento pelo bairro José Carlos Guimarães, a equipe de Rotam visualizou um veículo Ford KA branco em suspeita, ocupado por três pessoas. Na tentativa de abordagem, o condutor do carro fugiu em alta velocidade pelas ruas do bairro, sendo interceptado ao entrar em uma residência.

Na revista pessoal ao homem, os policiais encontraram porções de cocaína e comprimidos de drogas sintéticas. No porta-malas do carro, foram encontrados 20 tabletes de substância análoga a maconha.

Ao serem questionados sobre a procedência da droga, uma das suspeitas afirmou que era a dona da casa e que no local havia mais entorpecentes. Os criminosos também disseram que foram ao local para fugirem da abordagem e esconderem as drogas já apreendidas.

Leia mais:  "Investimentos do Governo de MT atendem a população que mais precisa", afirma prefeito de Juara

Dentro da casa, a Rotam localizou mais 18 tabletes de maconha. Além disso, também foram apreendidos a quantia de R$ 121,00 em dinheiro e materiais utilizados para embalagem e tráfico de drogas.

Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Vigia Mais MT auxilia na apreensão de veículo alvo de investigação do Gaeco

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Homem é preso pela Polícia Militar com tabletes de maconha em Confresa

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana