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Santa Catarina se aproxima da conclusão da semeadura de trigo em 2025

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O plantio do trigo em Santa Catarina avançou para 93% da área projetada para a safra atual, segundo o 11º Levantamento de Safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O percentual indica que a semeadura está na fase final, embora a área cultivada seja menor em comparação ao ciclo anterior.

De acordo com a Conab, “as condições gerais das lavouras são favoráveis, apesar da escassez de chuvas durante grande parte de julho, que trouxe efeitos adversos em algumas áreas, como dificuldades de germinação e diminuição do estande”. O retorno das precipitações no último decêndio de julho ajudou a recuperar a umidade do solo.

Desenvolvimento das lavouras e clima favorável

Atualmente, 84% das lavouras estão na fase de emergência e desenvolvimento inicial, enquanto 16% avançaram para estágios vegetativos mais avançados, incluindo perfilhamento. As temperaturas baixas desde o início do inverno têm favorecido o cultivo, criando condições adequadas para os cereais de estação fria. A conclusão da semeadura está prevista para agosto, especialmente em áreas de maior altitude.

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Na região Serrana, 89,9% da área projetada já foi semeada, com os plantios restantes concentrados no Planalto Serrano. No Extremo-Oeste, as lavouras apresentam desenvolvimento mais avançado, com perfilhamento e elongação, e as plantas seguem em condições normais.

Riscos climáticos e desafios para o trigo

A Conab alerta para possíveis riscos durante o ciclo produtivo, incluindo geadas no período de espigamento, excesso de chuvas que favorecem doenças fúngicas como giberela e brusone, além de precipitações intensas na colheita, que podem comprometer a qualidade dos grãos. Períodos de seca também podem afetar germinação, emergência e enchimento dos grãos.

No início de julho, excesso de umidade e baixa luminosidade causaram estresse fisiológico nas lavouras, limitando o crescimento e inviabilizando aplicações de herbicidas, fungicidas e adubação nitrogenada de cobertura.

Isso é feito olhando para ele.

Até o momento, não foram registrados problemas significativos com pragas ou doenças que possam prejudicar a produção. Os tratos culturais seguem as recomendações técnicas, incluindo o uso de defensivos agrícolas e fertilizantes de cobertura.

A Conab reforça que o acompanhamento contínuo das condições climáticas e fitossanitárias será determinante para o sucesso da safra 2025 em Santa Catarina.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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