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Seafood Show Latin America 2025: principal evento de pescado conecta varejo, atacado e distribuidores

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A Seafood Show Latin America 2025 se consolida como o ponto de encontro estratégico para supermercadistas, atacadistas, peixarias, hortifrútis e demais estabelecimentos do setor de pescado no Brasil. O evento, que chega à quarta edição, reúne conteúdo, inovações e oportunidades de negócios, permitindo que participantes ampliem portfólio, fortaleçam relações comerciais e melhorem o desempenho da categoria.

Feira reúne fornecedores e tendências de consumo

Na edição de 2024, a Seafood Show recebeu 4 mil profissionais qualificados de 24 estados brasileiros e 18 países, além da participação de mais de 100 marcas expositoras. Para 2025, o evento, que ocorre de 21 a 23 de outubro, no Distrito Anhembi, em São Paulo, espera superar esses números.

Segundo os organizadores, a feira funciona como um hub estratégico de negócios, conectando atacadistas e varejistas a fornecedores em um ambiente pensado para estimular novas parcerias e oportunidades de vendas. “Participar da feira permite identificar tendências, ampliar portfólio, fortalecer relações comerciais e aumentar a rentabilidade, conectando toda a cadeia do pescado e transformando oportunidades em resultados concretos nas vendas”, afirma a coordenação do evento.

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Conteúdo e palestras com especialistas do setor

O conteúdo é um dos destaques da Seafood Show. O top speaker deste ano é Caio Camargo, especialista em inovação no varejo com mais de 26 anos de experiência. Ele abordará estratégias para aumentar vendas, engajar consumidores e melhorar margens da categoria, oferecendo insights relevantes para varejistas e distribuidores.

Prêmio Seafood Innovation Show destaca inovações do setor

O evento também premia produtos e soluções inovadoras com o Prêmio Seafood Innovation Show, que reconhece empresas que apresentam soluções disruptivas em embalagem, viabilidade comercial e sustentabilidade. O prêmio é uma vitrine para os lançamentos que chegarão em breve às gôndolas do país.

Networking e oportunidades de negócios

O Global Reception, coquetel exclusivo realizado no segundo dia de feira, proporciona networking de alto nível. Chefs, operadores do Food Service, expositores, varejistas e autoridades se encontram para gerar negócios, trocar experiências e celebrar o setor. Durante o evento paralelo, também são entregues o Seafood Innovation Show e o Prêmio Melhores Peixeiros do Brasil, destacando os profissionais e empresas que mais se destacaram na indústria.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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