Mato Grosso

Secel publica resultado do edital de formação em audiovisual

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) publicou, nessa sexta-feira (06.09), o resultado de mais uma seleção pública da Lei Paulo Gustavo em Mato Grosso – o edital Cinemotion de Formação.

O Cinemotion de Formação é direcionado ao setor audiovisual do Estado. Cada projeto selecionado vai receber R$ 200,5 mil para realizar ações de formação básica com foco na iniciação no campo cinematográfico.

O prazo para interposição de recursos vai até a próxima quinta-feira (12.09). O resultado e o modelo de formulário de recurso (anexo 9) estão disponíveis no site da Secel – clique aqui para acessar.

As propostas contempladas na lista preliminar abrangem capacitações que abordam diversas dimensões da realização em cinema.

Andamento Lei Paulo Gustavo em Mato Grosso

Com divulgação prevista para 13 de setembro, o edital Cinemotion de Formação é o quinto com resultado adiantado pela Secel. Os outros quatro resultados antecipados foram dos editais Cinemotion de Desenvolvimento de Roteiro e de Apoio a Espaços de Exibição, Feiras de Economia Criativa e Prêmio Literatura.

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As demais seleções que se encontram na fase de análise de técnica são Cinemotion de Acervo/Publicação, Viver Cultura – Expressões Artísticas e Viver Cultura – Identidades.

Dos 14 editais da Lei Paulo Gustavo promovidos pela Secel, outro cinco já foram finalizados: Cinemotion de Produção Audiovisual, MT Preservar – Projetos Executivos, MT Museus, Documentário Temático e Diretor(A) Estreante.

Há ainda o edital Cinemotion de Licenciamento de Obras Audiovisuais, que conta com R$ 2,76 milhões para custear o licenciamento de 131 filmes mato-grossenses. Lançado no final de junho deste ano, o edital prevê a divulgação do resultado preliminar de seleção no dia 25 de setembro.

Os 14 editais, seus anexos e encaminhamentos estão disponíveis no site www.secel.mt.gov.br/editais-cultura

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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