Mato Grosso

Seduc lança Especialista Padis e amplia acesso a informações do projeto em parceria com o Banco Mundial

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) deu mais um passo na modernização da gestão pública com o lançamento do Especialista Padis, um assistente digital inteligente criado para facilitar o acesso da sociedade às informações oficiais do Projeto Aprendizado Digital, Inclusivo e Sustentável (Padis/MT), iniciativa desenvolvida em parceria com o Banco Mundial (Bird).

A ferramenta atua como um consultor técnico disponível 24 horas, oferecendo respostas diretas e objetivas a partir da base documental do programa. Diferente de buscadores comuns, o Especialista Padis foi treinado exclusivamente com documentos do próprio projeto, como o Manual Operativo e os Planos de Gestão de Riscos Sociais e Ambientais, garantindo que o cidadão receba informações oficiais, sem interpretações ou dados externos.

O acesso é feito diretamente pelo site oficial do projeto, com linguagem simplificada para apoiar a compreensão de relatórios e materiais técnicos.

“O Especialista Padis é mais do que uma inovação. É um instrumento de democratização da informação, que aproxima a comunidade do que está sendo feito para fortalecer a educação pública”, afirmou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

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Um dos destaques do Especialista Padis é a sua origem. O assistente foi idealizado e desenvolvido internamente pelo Assessor de Tecnologia da Unidade de Coordenação do Programa (UCP), Benedito Ribeiro da Silva Neto, sem gerar custos adicionais. “Essa ferramenta é um compromisso com a transparência ativa”, destacou o assessor.

Com mais de 500 consultas já registradas, a novidade tem se consolidado como um canal direto de diálogo com a comunidade, permitindo o esclarecimento de dúvidas sobre temas como metas de aprendizagem para os próximos anos, formações para professores, além de outros pontos do programa.

“Ao adotar o modelo GPT-5 para fins institucionais, a Seduc reforça sua agenda de inovação: o Especialista Padis não emite opiniões e se limita a traduzir a documentação oficial em linguagem acessível, fortalecendo a governança, a ética e a responsabilidade pública”, completou Alan Porto.

Sobre o Padis-MT

O Projeto Aprendizado Digital, Inclusivo e Sustentável (Padis-MT) é uma iniciativa do Governo de Mato Grosso, executada pela Seduc com apoio do Banco Mundial, voltada a fortalecer práticas pedagógicas, qualificar a formação continuada de professores e aprimorar a gestão educacional, promovendo uma educação pública mais eficiente, inclusiva e sustentável.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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