Mato Grosso

Seduc mobiliza equipe em Sinop para ouvir professores e diretores de escolas e transformar demandas em ações imediatas

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) realizou, nesta quarta-feira (22.10), em Sinop (a 500 km de Cuiabá), uma agenda de visitas técnicas a cinco escolas e um encontro de alinhamento com diretores e coordenadores pedagógicos das demais unidades da rede no município.

Equipes da Seduc a da Diretoria Regional de Educação (DRE) conduziram conversas com professores, e equipes gestoras para transformar demandas do cotidiano escolar em providências concretas.

Entre as unidades visitadas estão as escolas estaduais Ênio Pipino, Maria de Fátima, Olímpio João Pissinati Guerra e a Militar PM Claudemir F. Maciel.

“Nessas reuniões de trabalho pactuamos prioridades, metas e cronogramas”, explica o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Segundo ele, o diagnóstico direto na escola, com escutas presenciais, reforça as ações de rotina nas frentes de infraestrutura, fluxo de matrículas, recomposição de aprendizagem, prevenção à evasão e bem-estar no ambiente escolar.

“Essa presença integrada facilita o acionamento de serviços quando a escola demanda algum tipo de apoio”, ressaltou Alan Porto.

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Investimentos

Em Sinop, a Seduc destinou mais de R$ 100 milhões para a construção de cinco Colégios Estaduais Integrados nos bairros Santa Cecília, Dauri Riva, Jardim das Oliveiras, Ernandy Baracat e Vila Verde.

Três deles já estão em licitação, na fase de proposta de preços. Segundo a Seduc, a expansão da rede integrada busca ampliar vagas e garantir espaços pedagógicos adequados às exigências curriculares e às novas metodologias de ensino.

No caso da Escola Estadual Ênio Pipino, o investimento na reforma geral é de R$ 10 milhões e a execução da obra está em 82,48%. A reforma 17 salas de aula, dependência administrativa, quadra poliesportiva, adequação e o fluxograma dos ambientes, construção de vestiários, novo refeitório com cozinha, depósito de gás e depósito de lixo, criação de novas áreas de convivência, troca de toda a instalação elétrica e hidrossanitária, entre outros.

No polo, também seguem em andamento 19 obras de convênio, cinco delas em licitação, além de sete obras de reforma e ampliação sob gestão direta da Seduc. Duas obras novas já foram concluídas, as Escolas Estaduais Professor Djalma Guilherme da Silva e Cleufa Hubner, com investimento superior a R$ 12 milhões. Outras duas unidades, Paulo Freire e Professor Edeli Mantovani, passaram por reforma e ampliação e já foram entregues à comunidade.

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Polo Sinop

A Diretoria Regional de Educação (DRE) de Sinop é responsável por 56 escolas distribuídas nos municípios de Cláudia, Colíder, Feliz Natal, Ipiranga do Norte, Itaúba, Itanhangá, Lucas do Rio Verde, Nova Santa Helena, Nova Ubiratã, Sorriso, Tapurah, União do Sul, Tabaporã, Vera e Boa Esperança do Norte, 19 delas situadas no município sede. Ao todo, o polo atende mais de 41 mil estudantes, sendo mais de 16 mil em Sinop.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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