Mato Grosso

Sema encaminha filhote de macaco-prego resgatado em Alta Floresta para atendimento em clínica veterinária

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) já encaminhou para uma clínica veterinária o filhote de macaco-prego resgatado nesta quinta-feira (8.1), agarrado ao corpo de sua mãe, que morreu após atropelamento em área urbana na cidade de Alta Floresta. O filhote está recebendo atendimento em uma clínica veterinária conveniada ao órgão ambiental no município de Sorriso.

Segundo o diretor da unidade da Sema em Alta Floresta, Leandro Brauwers, o animal foi resgatado por um cidadão que passava pelo local após o acidente. “Um morador da cidade resgatou e entregou para nós, que trouxemos até uma clínica veterinária conveniada em Sorriso para cuidados veterinários. Passei hoje cedo na clínica, o animal está bem”, tranquilizou o diretor.

O coordenador de Fauna e Recursos Pesqueiros da Sema, Éder Toledo, explicou que por se tratar de um animal filhote, ainda muito dependente, ficará na clínica por alguns dias para acompanhamento até a efetiva adaptação a uma dieta na mamadeira. “Vamos adaptar a dieta dele e assim que tiver mais acostumado e independente, o encaminharemos para uma área de soltura onde existem outros indivíduos da mesma espécie”, explicou.

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A estratégia, segundo ele, é tentar fazer a aproximação do animal com outros que ainda estão em cativeiro para viabilizar a integração ao bando. “Essa espécie tem particularidades e apresenta uma certa dificuldade para aceitar um novo animal ao bando. Por isso a soltura deve ocorrer em área controlada para avaliarmos o período de aproximação”, informou.

Orientações

A Sema orienta que, ao se deparar com animais silvestres que necessitem de resgate, a população deve acionar a Polícia Militar pelo 190 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. O procedimento é importante para evitar riscos desnecessários tanto à saúde do animal quanto à do cidadão.

Já os crimes contra animais silvestres podem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Sema, pelos números (65) 3613-7398 e (65) 98153-0255 (telefone e WhatsApp), ou pelo e-mail [email protected], ou ainda em uma das unidades regionais.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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