Mato Grosso

Sesp entrega câmeras do Vigia Mais MT para residencial e reforça a segurança na saída de Chapada dos Guimarães

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) entregou, nesta quarta-feira (22.1), três câmeras de videomonitoramento do programa Vigia Mais MT para a Associação de Moradores do Residencial Quintas do Brumado, na zona rural de Chapada dos Guimarães (a 65 km de Cuiabá).

Durante a entrega, a diretoria da associação conheceu a tecnologia e os métodos utilizados nas capturas de dados e entendeu a importância do condomínio aderir ao programa, contribuindo para a melhoria e mais eficiência na segurança pública.

O residencial está localizado na MT-140, a 14 quilômetros do centro da cidade, na saída para Campo Verde. O local é considerado estratégico, uma vez que a rodovia pode ser utilizada como rota de fuga para criminosos com destino a outros municípios e estados.

Para o presidente da Associação, Emerson Santos, o Vigia Mais MT é um importante programa que leva mais segurança aos moradores, inibindo a ação de criminosos.

“Essa reunião foi importante para auxiliar a Associação a entender o monitoramento contínuo no loteamento. O Vigia Mais MT, sem dúvidas, vai dar uma maior sensação de segurança para quem vive lá no residencial”, destacou.

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O condomínio receberá três câmeras fixas, que serão instaladas sob instrução dos técnicos do programa Vigia Mais MT nas áreas externas do loteamento, voltadas para a rodovia, e a direção de moradores terá acesso às câmeras via aplicativo.


Créditos: André Amorim/Sesp-MT

De acordo com o secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp, coronel PM Fernando Agostinho, a entrega de câmeras possibilita ampliar o monitoramento na rodovia que liga Cuiabá a outros municípios.

“Esses dispositivos de segurança serão muito importantes na repressão de crimes, considerando que o trânsito de veículos nessa região é muito grande”, detalhou.

*Sob supervisão de Wilian Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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