Mato Grosso

Sesp prepara novos oficiais do Corpo de Bombeiros para operacionalização de ocorrências e gestão de unidades

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A Secretaria Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) , capacitou nesta sexta-feira (15.7) 50 bombeiros militares que estão participando do Curso de Adaptação de Oficiais Complementares (CAOC) realizado pelo Corpo de Bombeiros.

Durante o curso, os novos oficiais conheceram os procedimentos para gerenciamento e operacionalização do atendimento de ocorrências, uma das novas rotinas que serão desempenhadas por eles.

Eles aprenderam todos os serviços, ferramentas e equipamentos que integram a rotina de agentes de segurança pública que atuam em prol do cidadão dentro do Ciosp, dentre eles, o programa Vigia Mais MT.

Ao final do dia, o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel César Roveri, participou do treinamento e destacou as novas tecnologias empregadas na segurança pública e diversos serviços, como a recém-integração do Corpo de Bombeiros ao centro de operação para atuar em parceria com o Samu no atendimento a vítimas de acidentes e outros serviços de urgência em saúde.

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“A partir do momento que se tornarem oficiais, os senhores e senhoras assumirão comando de unidades e, como gestores, poderão somar com o Governo do Estado, contribuindo de maneira significativa na prestação de serviços à população”, observou Roveri.

O Curso de Adaptação de Oficiais Complementares (CAOC), que tem 1.300 horas/aulas, começou em abril e o término está previsto para o dia 2 dezembro, com a promoção dos alunos ao posto de segundo tenente.

O comandante da Academia do Bombeiro Militar de Mato Grosso, tenente coronel CBM Mário Henrique Faro, destacou que o CAOC tem a função de preparar os aspirantes a oficiais para gerenciar e administrar unidades em diversas regionais do Estado.

“Após o curso, eles estarão aptos a gerenciar as sessões dos quartéis do Corpo de Bombeiros, ou comandar pequenas unidades como núcleos e pelotões, cumprindo todas as funções administrativas destinadas a oficiais dos Bombeiros”, explicou.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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