Mato Grosso

TRE-MT institui modalidade híbrida e altera calendário de sessões

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) torna público modificação na forma de participação das sessões plenárias na instituição, mantidas sempre às 14h. A novidade é a inclusão da modalidade híbrida, que se junta à realizada por videoconferência. Do mesmo modo, houve a alteração do calendário dos meses de outubro a dezembro de 2025 e janeiro de 2026. As mudanças previstas têm início na segunda (06/10). 

A Portaria nº 452/2025, estabelecendo as mudanças, contempla o detalhamento das datas e horários previstos. 

Durante outubro e novembro de 2025, as sessões plenárias de segunda-feira serão por videoconferência, enquanto as de quartas-feiras serão na modalidade híbrida. Dessa forma, haverá duas reuniões por semana, alternando-se entre as modalidades. Em dezembro, as sessões híbridas permanecem na quarta, mas as videoconferências estão distribuídas pelos dias das semanas. 

Em janeiro do próximo ano, as reuniões plenárias estão concentradas na última semana, durante todos os dias, com uma sessão no formato híbrido, no meio da semana. 

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As sessões plenárias são transmitidas ao vivo no canal do YouTube do TRE-MT. Para acessar a página, clique aqui.

Confira abaixo como fica o cronograma de sessões plenárias até janeiro de 2026. 

 

Outubro/2025 

Dias 6, 13 e 20 – videoconferência 

Dias 8, 15, 22 e 29 – híbrido 

 

Novembro/2025 

Dias 3, 10, 17 e 24 – videoconferência 

Dias 5, 12, 19 e 26 – híbrido 

 

Dezembro/2025 

Dias 5, 9, 15 e 19 – videoconferência 

Dias 3, 10, e 17 – híbrido 

 

Janeiro/2026 

Dias 26, 27, 29 e 30 – videoconferência 

Dia 28 – híbrido 

 

Estagiária: Laís Guilherme (supervisão do jornalista Anderson Pinho) 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra a fachada do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). As paredes são brancas com detalhes em amarelo. Há a bandeira do Brasil, a bandeira do Mato Grosso e a bandeira de Cuiabá. 

1/ Galeria de imagens

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Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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