Mato Grosso

Setasc alerta para fraude com pedidos de documentos em nome do SER Família

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) alerta a população sobre uma tentativa de golpe, com o uso indevido do nome do programa SER Família, especialmente com falsas promessas de entrega de cestas natalinas e liberação de cartões de benefício.

Criminosos estão entrando em contato com cidadãos, principalmente por aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, solicitando o envio de fotos para suposto reconhecimento facial ou o encaminhamento de documentos pessoais, como RG e CPF, sob a justificativa de “liberar” benefícios sociais.

A Setasc reforça que essa prática é fraudulenta, pois não solicita fotos, documentos pessoais ou dados bancários por meio de aplicativos de mensagens para concessão de qualquer benefício social.

Todas as informações sobre programas sociais, critérios de acesso e logística de entrega de benefícios são divulgadas exclusivamente pelos canais institucionais do Governo de Mato Grosso e pelas secretarias municipais de Assistência Social.

Orientações à população

A Secretaria orienta que, em caso de abordagem suspeita:

  • Não envie fotos, documentos ou dados pessoais por WhatsApp ou outros aplicativos de mensagens;
  • Desconfie de promessas de benefícios vinculadas a pedidos de informações pessoais;
  • Busque sempre confirmação nos canais oficiais do Governo de Mato Grosso ou junto à Secretaria Municipal de Assistência Social do seu município.
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A Setasc destaca que a atenção e a colaboração da população são fundamentais para evitar que criminosos se aproveitem da boa-fé de famílias em situação de vulnerabilidade. Em caso de recebimento de mensagens suspeitas, a orientação é não responder e registrar denúncia junto às autoridades competentes.

O Governo do Estado reafirma o compromisso do programa SER Família em garantir assistência social com responsabilidade, transparência e segurança das informações dos cidadãos.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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