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Silvio Costa Filho anuncia pacote de R$ 100 milhões para modernizar o Porto do Recife

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O ministro Silvio Costa Filho anunciou, nesta sexta-feira (19), um pacote de investimentos estratégicos no Porto do Recife. Ele assinou termo de compromisso para a dragagem de readequação do porto e lançou o edital de arrendamento do Terminal Marítimo de Passageiros (TMP Recife), em cerimônia que contou com a presença da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e do presidente do Porto do Recife, Tito Lívio de Morais.

A dragagem, no valor estimado de R$ 100 milhões, permitirá ampliar a profundidade dos canais internos e externos, garantindo calado de até 12 metros, o que vai possibilitar a atracação de navios de maior porte.

Para o presidente do Porto do Recife, Tito Lívio de Morais, a obra é um divisor de águas. “A dragagem representa um marco para o Porto do Recife. Com o aumento do calado, teremos mais segurança e eficiência, ampliando a capacidade de receber navios maiores e fortalecendo a nossa competitividade. Esse investimento consolida o porto como um ativo estratégico para Pernambuco e para o Brasil”, disse.

Ministro fala durante evento
Ministro fala durante evento
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Durante o evento, o ministro Silvio Costa Filho destacou o bom momento vivido pelo setor portuário brasileiro, que registrou em 2024 o maior volume de movimentação da história, com mais de 1,3 bilhão de toneladas. Ele lembrou que, só no primeiro semestre deste ano, já houve crescimento de mais de 4% em relação ao período anterior. “Esses números mostram a força do setor para o desenvolvimento do Brasil. A dragagem do Porto do Recife e o arrendamento do Terminal de Passageiros são investimentos que reduzem custos logísticos, atraem novas cargas e fortalecem o turismo. Nosso compromisso é transformar o porto em um hub de cargas e de cruzeiros no Nordeste, gerando emprego, renda e oportunidades para a população pernambucana”, afirmou o ministro.

Já a governadora Raquel Lyra ressaltou a importância da parceria com o governo federal para a viabilização das obras. Para ela, os investimentos consolidam Pernambuco como protagonista no cenário nacional. “Esse investimento de R$ 100 milhões para a dragagem do Porto do Recife é um gesto concreto do compromisso do governo federal com o nosso estado. A melhoria da infraestrutura portuária e o fortalecimento do Terminal de Passageiros significam mais turismo, mais empregos e mais desenvolvimento. É assim, com parcerias e diálogo, que vamos transformar a vida das pessoas e garantir um futuro melhor para Pernambuco”, disse.

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Com a conclusão da dragagem e o arrendamento do TMP Recife, o Porto do Recife reforça seu papel estratégico tanto na movimentação de cargas quanto na recepção de cruzeiros, tornando-se uma das principais portas de entrada para o turismo e o comércio no Nordeste.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Integração entre União e forças de segurança amplia execução do Brasil Contra o Crime Organizado

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Brasília, 14/6/2026 – O avanço do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado em 12 de maio, tem sido marcado pela atuação conjunta entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), forças federais e instituições estaduais de segurança pública. Desde o lançamento da iniciativa, o Governo Federal tem ampliado o diálogo com os órgãos responsáveis pela execução das políticas de segurança nos estados, buscando alinhar estratégias, compartilhar informações e fortalecer a capacidade operacional das equipes que atuam no enfrentamento ao crime organizado.

A integração entre União e estados é um dos pilares do programa, que reúne ações voltadas à descapitalização das facções criminosas, ao combate ao tráfico de drogas e armas, ao fortalecimento do sistema prisional, ao aprimoramento da investigação criminal e à ampliação da inteligência policial.

Nos primeiros 30 dias de execução, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado mobilizou 9.964 profissionais de segurança pública em 11 operações integradas realizadas em todo o País. As ações resultaram em 7.961 prisões, na apreensão de 82,5 toneladas de drogas, 312 armas de fogo, 44 armas artesanais, 20.686 munições e 2,5 kg de explosivos, além de prejuízo estimado de R$ 1,6 bilhão às organizações criminosas.

Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, a participação das forças estaduais e federais é essencial para que as ações tenham continuidade e alcance nacional. “A integração federativa não é apenas desejável — ela é condição para resultados duradouros. O enfrentamento ao crime organizado exige união entre instituições, compartilhamento de informações e valorização dos profissionais que estão diariamente nas ruas”, afirmou.

Aproximação com polícias estaduais
Como parte desse esforço de integração, o MJSP tem ampliado a interlocução com os colegiados que representam as forças estaduais de segurança pública.

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O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG) passou a integrar uma agenda permanente de diálogo com o MJSP, com o objetivo de discutir estratégias operacionais, demandas institucionais e ações de fortalecimento das polícias militares em todo o País.

A aproximação também ocorre com as polícias civis. Recentemente, foi criado o Conselho Nacional da Polícia Civil, iniciativa voltada à ampliação da articulação entre as instituições e ao fortalecimento da cooperação nacional em temas como investigação criminal, inteligência e combate às organizações criminosas.

A construção conjunta de políticas públicas busca aproximar o planejamento nacional da realidade enfrentada diariamente pelos estados, permitindo que as ações do programa sejam executadas de forma coordenada.

Fortalecimento das forças federais
No âmbito das forças vinculadas ao MJSP, a integração também avançou com a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Penal Federal.

Na última sexta-feira (12), o ministro Wellington Lima reuniu os dirigentes das três forças federais vinculadas ao Ministério da Justiça e Segurança Pública para reforçar a atuação integrada no âmbito do Programa Brasil Contra o Crime Organizado. O encontro deu continuidade a uma agenda permanente de coordenação institucional, que prevê reuniões periódicas para o alinhamento de estratégias e o aperfeiçoamento das ações conjuntas.

A Polícia Federal mantém operações contínuas contra grupos criminosos em diferentes regiões do País, enquanto a Polícia Rodoviária Federal atua no combate ao transporte de drogas, armas e outros ilícitos. A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) desenvolve ações para ampliar o controle das unidades prisionais e impedir a atuação de lideranças criminosas a partir dos presídios.

Apoio e valorização dos profissionais
Além das ações operacionais, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado também prevê investimentos na estrutura e na capacitação dos profissionais que atuam na segurança pública.

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Nos últimos 30 dias, a Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (DSusp) promoveu cursos nas áreas de comparação balística, papiloscopia e cadeia de custódia, capacitando 131 profissionais de diferentes unidades da Federação. As iniciativas receberam investimento de R$ 244,3 mil.

O programa também destinou R$ 116,9 mil para a aquisição de sete freezers científicos voltados ao fortalecimento da estrutura pericial em unidades de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Outro avanço institucional foi o reconhecimento do MJSP como Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT). A medida permite ampliar parcerias, desenvolver pesquisas e transformar dados e conhecimento técnico em soluções aplicadas à segurança pública.

O reconhecimento também recebeu avaliação positiva de entidades ligadas à perícia oficial, que destacaram a importância da aproximação entre ciência, tecnologia e segurança pública para aprimorar a produção de provas e a investigação criminal.

Investimentos para ampliar capacidade operacional
O Programa Brasil Contra o Crime Organizado possui previsão de R$ 11,1 bilhões em investimentos e reúne iniciativas voltadas à estruturação das forças de segurança, à modernização tecnológica, à inteligência, ao sistema prisional e à cooperação entre os entes federativos.

Entre as ações já executadas estão investimentos em capacitação, equipamentos periciais, operações integradas e apoio ao emprego da Força Nacional de Segurança Pública.

A valorização dos profissionais e o fortalecimento da cooperação institucional fazem parte da estratégia do programa para ampliar a capacidade do Estado brasileiro no enfrentamento às organizações criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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